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quinta-feira, 25 de abril de 2013

Pedido de um filho aos pais

Gostei muito dessa cartinha que recebemos na reunião de pais e professores na escola do meu filho. Li e refleti muito sobre cada situação colocada pelo(a) seu(a)  autor(a). Certamente é alguém que entende com precisão as necessidades de os pais aprenderem compreender e a respeitar o universo de uma criança. Aprenderem a deixar que ela descubra seus limites e a se defender desse mundo de "leões". Contudo, sem deixar de ensinar o bom caminho a ser percorrido, com amor e sabedoria.



Papai e mamãe,

Não tenham medo de serem firmes comigo. Prefiro assim. Isto faz com que me sinta mais seguro.
Não me estraguem. Sei que não devo ter tudo o que quero. Só estou experimentando vocês. 
Não deixem que eu adquira maus hábitos. Dependo de vocês para saber o que é certo ou errado.
Não me corrijam com raiva e nem na presença de estranhos. Aprenderei muito mais se falarem com calma e em particular.
Não me protejam das consequências de meus atos. Às vezes eu prefiro aprender pelo caminho mais áspero.
Não levem muito a sério minhas pequenas dores. Necessito delas para obter a atenção que desejo.
Não sejam irritantes ao me corrigir. Se assim o fizerem eu poderei fazer ao contrário do que me pedem.
Não me façam promessas que não poderão cumprir depois. Lembrem-se que isso me deixará profundamente desapontado.
Não ponham à prova minha honestidade, mas ensinem-me a ser verdadeiro: pois sou facilmente tentado a dizer mentiras.
Não me mostrem um Deus carrancudo e vingativo. Isto me afastará Dele.
Não desconversem quando eu faço perguntas, senão eu procurarei na rua as respostas que não tive em casa.
Não mostrem para mim as pessoas perfeitas e infalíveis. Ficarei extremamente chocado quando descobrir um erro seu.
Não digam que meus temores são bobos, mas, sim, ajudem-me a compreendê-los.
Não digam que não conseguem me controlar. Eu julgarei que sou mais forte que vocês.
Não me tratem como uma pessoa sem personalidade. Lembrem-se de que tenho o próprio modo de ser.
Não vivam apontando os defeitos das pessoas que me cercam. Isto criaria em mim, desede cedo, um espírito intolerante.
Não se esqueçam de que gosto de experimentar as coisas por mim mesmo. Não queiram me ensinar tudo.
Não desistam de me ensinar o bem, mesmo que eu pareça não estar aprendendo.
No futuro, vocês verão em  mim o fruto daquilo que vocês plantaram.

Autor desconhecido

sábado, 23 de abril de 2011

Criança: uma pessoa em desenvolvimento e com direitos.

Cada criança é um ser único, que deve ser entendido, cuidado e respeitado.

No início da vida, as crianças comunicam-se pelo choro. Há vários motivos que podem trazer o desconforto como: fome, frio, calor, dor, cólicas ou insegurança.

É importante que os pais procurem entender o que pode estar acontecendo para resolver cada situação, cuidando, conversando.

Os bebês são muito sensíveis e, desde o nascimento, são capazes de diferenciar um tom de voz carinhoso de um tom agressivo.

Aos poucos, tanto os pais quanto os bebês vão se entendendo e se reconhecendo nas suas necessidades e jeitos de ser.

À medida que a criança cresce, é importante que aprenda o que pode e o que não pode fazer e a identificar as situações de perigo.

Por isso os limites precisam ser ensinados com clareza e carinho. Você precisa saber que terá de explicar e repetir a sorientações tantas vezes quanto forem necesárias, até a criança entender o perigo que corre.

A birra e a desobediência precisam ser encaradas como uma atitude de confronto da criança que faz parte do seu desenvolvimento. A maoiria das crianças apresenta  esse comportamento. Isso não quer dizer que ela não seja nervosa. No entanto, é importante que você não ceda aos seus caprichos.

Para ensiná-la, você NÃO DEVE fazer com que a criança experimente a dor ou o perigo,como colocar o dedinho dela no ferro quente para ela sentir dor e aprender que pode se queimar.

PACIÊNCIA!!

A criança pode repetir o comportamento errado, pois ela está aprendendo!Quando ele insistir no erro, corrija com carinho. Demonstre sua satisfação quando a criança faz de um jeito bom. 

Aja com calma e firmeza, explicando, de forma simples, o porquê do NÃO, orientando o comportamento adequado e não exigindo da criança mais do que ela é capaz de entender e realizar.

Eu procuro agir da maneira mais tranquila possível, pois na hora da raiva a gente não mede as consequências. Meu filho é meio levadinho, mas mesmo assim eu não me deixo levar por suas travessuras. Muitas das vezes quando eu digo um não, ele fica desdesperado e chora bastante, faz birra. o chamo , converso e explico as coisas.

Não é fácil, mas não podemos desistir de tentar.

Ministério da Saúde