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sexta-feira, 30 de novembro de 2012

13 coisas sobre cesárea que ninguém contou para você

Meu parto foi cesariana e senti todas essas sensações descritas abaixo. Mas o que eu não sabia é que a gente fica com a s pernas abertas para  a introdução de uma sonda para fazer xixi depois do parto. Por isso resolvi compartilhar este post...achei muito interessante!!!! 

Algumas sensações e desconfortos são comuns para quem passa pela cirurgia. Confira.


Fernanda Carpegiani


 Shutterstock

Apesar de o parto normal ser a melhor opção para o bebê nascer, há mulheres que, pelo bem da sua saúde e a do filho, têm de fazer uma cesárea. Por ser uma cirurgia, esse tipo de parto tem algumas particularidades. Saiba quais são elas para não se assustar na hora – e nem depois.


1. De olhos bem abertos



Se você acha que vai dormir por causa da anestesia, está enganada! Não são usados sedativos durante o parto cesárea, porque, se a mãe é sedada, o bebê também é. Você estará consciente o tempo todo (até para ver o rostinho do seu filho pela primeira vez), mas não vai sentir dor. 

2. Vão colocar uma sonda em você...



...mas não se preocupe! É logo depois da anestesia, então não vai sentir nada. Ela é necessária para esvaziar a bexiga, já que você vai passar algum tempo deitada durante e após a cirurgia. 

3. Puxa-empurra durante o parto



A anestesia vai fazer com que você não sinta dor, mas, como ela não é geral e não tem sedativos, você pode ter algumas sensações. Na hora em que o bebê vai nascer, o médico faz força para posicioná-lo e ajudá-lo a sair e você pode sentir umas mexidas. Mas nada de dor! 

4. Você pode ficar enjoada



Como você vai ficar deitada, a barriga pode comprimir a veia cava e causar náuseas e queda de pressão. Os analgésicos também podem ter esses efeitos. Sentiu-se mal? Avise o anestesista. Ele vai pegar uma veia sua antes da cirurgia e é por ali que vão entrar os medicamentos necessários para corrigir qualquer alteração no seu metabolismo. O mal-estar pode surgir também depois do parto. 

5. Tem algo queimando aqui?



Se você sentir um cheiro de queimado, não se assuste: é o bisturi elétrico. Ele é usado em quase todas as cirurgias e o odor é por conta da cauterização dos tecidos. 

6. Será que fiquei com as pernas abertas?



Antes da anestesia, você fica com as pernas abertas para que logo depois seja colocada a sonda. Como o cérebro decora a última sensação antes da anestesia, pode parecer que as suas pernas continuam abertas durante a cirurgia. Mas é só uma impressão, porque assim que a sonda está no lugar certo, os auxiliares fecham as pernas da paciente. 

7. Leve tremedeira



Pode ser nervoso, frio ou até efeito da anestesia (que causa perda de calor), mas o fato é que você pode tremer quando sair da sala de cirurgia. Os médicos sabem disso e, por isso, sempre colocam uma coberta antes da paciente ir para sala de recuperação. Fique tranquila, porque passa rápido! 

9. Coceira no nariz 


 
A morfina usada na anestesia pode provocar uma coceira no corpo e no rosto, mas isso é normal e passa em 24h. Se for muito intensa, o seu médico pode receitar medicações adequadas para cessar o desconforto.                 

10. Inchaço nos pés e nas mãos



Com o acúmulo de líquidos que acontece no seu organismo durante a gestação, é normal que você fique inchada nos primeiros dias depois do parto, principalmente nos pés e nas mãos. Apesar de ocorrer também em quem teve parto normal, é mais frequente nas mulheres que tiveram parto cesárea, porque a grávida fica mais imobilizada depois da cirurgia. Depois de uma semana, você começa a desinchar, mas repouso e drenagem linfática podem ajudar. 

11. Sua pressão pode cair ao se levantar



O jejum, as horas deitadas e os efeitos dos medicamentos podem fazer você ficar tonta na primeira vez que se levantar depois do parto. O ideal é ficar sentada na cama de 10 a 15 minutos antes e ter a ajuda de uma enfermeira nesse momento. 

12. Mais remédios



Para controlar a dor e melhorar a sua recuperação, você vai continuar tomando alguns medicamentos em casa, como analgésicos e antiinflamatórios, por até sete dias. Mesmo assim, durante um mês, é normal sentir fisgadas ou dores no local da cirurgia de vez em quando. 

13. Um passo de cada vez 


 
Lembre-se de que você acabou de passar por uma cirurgia, então é preciso tomar cuidado com movimentos bruscos. Não há problema em fazer caminhadas e atividades normais da casa, mas nem pense em abaixar e pegar peso. E dirigir... somente após 20 dias do parto. Se você pratica exercícios mais localizados, volte aos poucos e só depois de dois meses. 


Revista Crescer 

sábado, 2 de abril de 2011

A primeira relação sexual após o parto

É normal depois do parto a mulher sentir um pouco de medo de voltar às atividades sexuais, seja quem teve parto normal seja quem fez cesariana.

A tendência é achar que vai sentir muita dor e incômodos, ainda mais porque nas muitas mulheres o desejo sexual diminui bastante nessa fase.

Há também o problema com o próprio corpo. Achamos que estamos feias e fora de forma. Ainda bem que voltei ao meu peso normal rapinho.

Meu parto, do Haniel David, foi cesariana. Eu não tinha previsão de quando voltaria a ter relação sexual com o meu marido.

Minha recuperação foi lenta, porém com apenas 28 dias de resguardo já estava muito ansiosa e com medo também. Nós dois estávamos anciosos e então cedi às carícias do meu esposo. É claro que não fomos até o fim, ele ficou preocupado se eu iria sentir dor, mas foi melhor do que eu imaginava.  

Depois de alguns dias ficou tudo normal, e até melhor (rsrs).

Aqui tem algumas dicas  que achei muito interessantes e que podem ajudar bastante.

Sem precipitações, essa retomada tem tudo para se transformar em uma segunda lua de mel. Mas, é preciso compreensão, paciência e afeto. Reunimos dicas para vocês reviverem o prazer depois do parto

1. Sexo não se resume à penetração

A maioria dos casais tende a considerar sexo apenas a relação genital. Mas não é bem assim, principalmente em uma fase em que a mulher se recupera de um parto. Tão importante quanto a cópula em si é o enamorar-se. A dica aqui é abusar de abraços, beijos e carícias. Dar as mãos sempre que possível, não poupar afagos, trocar galanteios e provocações, enfim, manter acesa a chama que une o casal. É claro que estão ambos exaustos, mas reserve alguns instantes para esses jogos de sedução, na hora do banho, no momento de dormir ou mesmo na cozinha, de surpresa. E deixe que o clima vá esquentando no decorrer das semanas, sem pressa.

2. Espere até que o corpo volte ser o que era

A mulher precisa de tempo para se recompor de um parto, tanto do ponto de vista físico como emocional. Não existe um prazo pré-estipulado. Em geral, os médicos pedem que os dois aguardem pelo menos 42 dias para liberá-los totalmente para o sexo, mas o casal pode começar antes ou depois desse prazo. O parto normal permite uma retomada mais precoce das atividades sexuais, sem muito desconforto vaginal e dores. Já a cesariana requer um tempo adicional para o pós-operatório, o que significa de 60 a 90 dias sem uma relação completa. Agora, mais importante do que o prazo é o desejo do casal de realizar a primeira transa após o parto.

3. É normal perder a libido durante a amamentação

A produção do leite depende de um hormônio chamado prolactina. Além de garantir a amamentação, a prolactina também interfere na disposição sexual da mulher ao reduzir a libido e ressecar a vagina, um verdadeiro hormônio antissexo. Por isso, não vale a pena se culpar pela perda da motivação sexual. Além disso, amamentar sob livre demanda – recomendável até o bebê completar 6 meses – esgota qualquer mulher. Difícil sentir-se disposta com o cansaço, o sono, o estresse, a insegurança e a irritação típicos desse período. O casal deve conversar sobre isso para não haver cobranças desmedidas.

4. As emoções

O nascimento de um filho gera uma confusão emocional nos pais. Sensações e sentimentos se misturam, e o casal precisa de um tempo até se reequilibrar. Portanto, a retomada do sexo tem de ser avaliada dentro desse contexto. No caso da mulher, o parto psicológico, que é a separação psíquica entre mãe e filho, pode demorar até 90 dias após o parto fisiológico. Até lá, a mãe dedica-se quase exclusivamente ao filho, como se fosse uma extensão de seu corpo. Nessa fase, é bastante comum pais imaturos encararem o filho como um concorrente. Uma boa medida é tirar o filho do quarto dos pais até o fim desse terceiro mês. Já o marido pode passar a encarar a mulher como uma figura sacrossanta e ter dificuldade de tratá-la como parceira sexual. Tudo isso é absolutamente normal. O casal deve lidar de modo natural com a situação e buscar no carinho e no amor um caminho para retomar a vida sexual.

5. Exercícioas preparam a mulher para o sexo

O corpo da mulher sofre profundas transformações durante a gravidez. Após o parto, tecidos e órgãos demoram algumas semanas até voltarem ao lugar. Uma boa maneira de favorecer esse processo é praticar exercícios físicos leves, sob a orientação médica. No caso de mulheres que estão preocupadas com a flacidez de sua região genital por causa do parto normal, a dica é praticar exercícios vaginais. Sim, as contrações vaginais ajudam a restabelecer a firmeza muscular da região. Passadas seis a oito semanas, com a liberação médica, vale a pena também retomar aos poucos as atividades físicas normais, o que aumenta a disposição para a primeira relação.

6. Masturbação pode ser uma boa válvula de escape

O homem é capaz de passar longos períodos sem sexo. Muitos permanecem virgens até a morte. Mas essa não é a regra. Em geral, o anseio sexual é uma marca masculina. Por isso, a masturbação não deve ser encarada como algo condenável. Pelo contrário, com o consentimento da mulher, ele se sentirá muito mais excitado para esperar a retomada do sexo a dois. Em muitos lugares, inclusive (nem tanto no Brasil), há homens e mulheres que apreciam ver o parceiro se masturbar sem intervir. Essa cumplicidade eleva a temperatura e prepara o terreno para a retomada do sexo.

7. O que fazer na hora H

O ritual da primeira relação após o sexo pode ser algo inesquecível, uma segunda lua de mel. Abuse da criatividade, não se imponha limites e fuja da monotonia. Vale tudo, desde que dê prazer ao casal. É possível que a lubrificação ainda não seja a ideal. Nesse caso, uma dica é, além de caprichar nas preliminares, usar lubrificantes convencionais ou estrogênio “não absorvido sistemicamente” (isso é muito importante porque, se esse hormônio passa para o leite da amamentação, pode causar problemas no bebê). Também compensa procurar acessórios para estimular o aparelho genital feminino e aumentar a lubrificação. Vença a inibição, visite uma sex shop, onde há brinquedos de todos os tipos.

8. Satisfação importa mais que o orgasmo

As primeiras relações após o nascimento da criança devem ser guiadas pela busca da satisfação, e não necessariamente de orgasmo. Por isso, é importante que seja um processo gradativo, que comece com as primeiras carícias desde a chegada da maternidade e culmine com a penetração propriamente dita semanas ou meses depois. Mire o resgate do prazer e do desejo, e o resto virá a reboque.

BEBE.COM
        

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

O nascimento do Haniel David

Esse presente eu não merecia!

Eu tinha acabado de tomar banho quando minha bolsa estourou: tomei um susto!!!!! Era por volta das 19h do dia 14/03 (sábado) e eu estava sozinha em casa. Liguei para minha mãe e ela veio correndo me ver. Mas quando ela chegou, o meu esposo já havia voltado do trabalho e me viu sentada no sofá, super tranquila. Falei pra ele que minha bolsa estava estourada e ele não quis acreditar, já que eu aparentava estar tão calma.

A ambulância me pegou no posto de saúde só às 10h30. Cheguei ao hospital toda ensopada de líquido aminótico.  O médico fez o primeiro toque e eu não tinha nenhum centímetro dilatado e estava sem dor. Dilatei 1 centímetro lá pelas 3h da manhã. Daí por diante foram vários toques e nenhum avanço no trabalho de parto. Eu já estava muito aflita e com medo porque não sabia o que estava acontecendo com o meu filho. 


Por volta de 7h30 da manhã de domingo (15) me aplicaram soro para a indução do parto, mas não adiantou muito porque só senti um pouco de dor e não aguentava mais fazer o exercício do "rebolado" (nossa). Depois de muito lutar, a última obstetra que me fez o último toque me informou que o Haniel teria uma parada cardiorespiratória se eu não fosse operada logo. Comecei a chorar, pois não queria fazer cesariana de jeito nenhum.

Minha mãe que o diga! Uma avó super, hiper, ultracoruja. Me acompanhou em todos os momentos no hospital. Ela tentava me acalmar o tempo todo, pois eu estava muito preocupada porque não estava sentindo dor. Em todo o tempo ela se manteve firme para eu me sentir segura e não tivesse medo.

Quando sentei na mesa de cirurgia, senti uma dor um pouco mais forte, mas não dava para voltar atrás. Meu maior medo era a aplicação da anestesia, mas foi tudo muito rápido. Em poucos minutos ouvi o choro do meu garotão chegando ao mundo. Foi muito lindo e eu chorei de alegria. 

Haniel David nasceu com 37 semanas e seis dias, às 14h04m do dia 15 de março de 2009, pesando 3 quilos e 290 gramas e medindo 48,5 centímetros. Meu parto foi cesariana no Hospital Regional da Asa Norte-HRAN. Era bem branquinho e tinha bastante cabelo. Não sei se ele parecia com o pai ou com a mãe. O rostinho era bem do jeito que eu tinha visto no sonho. 

Durante a noite fiquei sozinha em um quarto e não conseguia amamentar meu filho. Depois de muito tentar, chamei uma enfermeira que deu leite para ele. Só no dia de ir para casa que consegui amamentá-lo.

Nossa, o pai dele ficou todo bobo quando viu o seu filhote pela primeira vez no hospital no mesmo dia do seu nascimento. Foi uma emoção muito grande. Ele só ficou triste porque ele queria ter me visto primeiro e ele não pôde. A gente só se viu no outro dia.

No dia 16, minha mãe precisou resolver algumas coisas em casa e pediu para a minha amiga, Evani ficar comigo. Ela me ajudou a dar banho nele e a trocar as roupinhas.

Nestas fotos, eu estava toda feliz no hospital com o meu filho nos braços, esperando a hora de irmos para casa. Ainda estava muito inchada da gravidez, mas isso era o de menos. O que importava mesmo era a felicidade que eu estava sentindo.

Aqui, meu esposo foi me buscar para irmos embora para o nosso lar, onde estava tudo pronto para a chegada do nosso bebezinho. Registramos o nome dele no mesmo dia em que saí do hospital.



A família completa

É só alegria na minha casa, na minha família, na minha vida. Haniel David foi o primeiro filho; primeiro neto; primeiro sobrinho. Imagine um menino que nasce em um ambiente sem outras crianças para compartilhar atenção? Um lugar cheio de adultos estressados pela correria da vida? Só podia dar ele na parada (rsrs). 

Agradeço a Deus pela vida do meu filho!!!!!!!!!!                            
Novos hábitos, novos horários, mudança radical. Com a chegada do Haniel (graça de Deus) David minha vida se transformou, tudo muito rápido. 

Com o nascimento dele, dormir bem? Nem pensar!!! Foi-se o tempo em que caía chuva de granizo e eu não acordava, hoje  só com a respirada do bebê eu já levanto.

Levar ao hospital, dar as vacinas na data marcada, verificar se está com febre, dar comidinha na hora certa, dar banho, trocar fraldas...ai é muita coisa. E o choro? Se é de fome, de dor, de carência, tem se de ser muito esperta pra identificar. 

O começo foi muito difícil porque eu nunca tinha cuidado de criança, mas agora já me adaptei. É tudo muito maravilhoso mesmo nos momentos de correria e estresse. Tenho muito orgulho do meu príncipe e quero sempre o melhor pra ele.

A presença de um bebê é tão influente, que sempre tinha alguém nos visitando. Engraçado, né? por causa dele, muitas pessoas que não falavam comigo ou que não iam com minha "face" passaram a me cumprimentar. Então foi ou não uma benção na minha vida? Todo dia tinha alguém na minha casa: irmã, irmãos, vizinhos.

Graças ao meu filhote me tornei uma pessoa mais responsável, segura, confiante. Afinal, ele precisa de alguém que passe todas essas sensações pra ele.

Te amamos, filho!!!!!!!!!!!


2 meses
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7 meses 
6 meses
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1 ano e 3 meses
1 ano 
11 meses 
9 meses 
2 anos e 2 meses 
9 meses 
8 meses 
4 meses 
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5 meses
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