Por um momento voltei ao passado e percebi como o tempo passou. Agora ele, o Haniel está vivendo cada situação dessa e eu posso acompanhar. Está com novas companhias no seu dia a dia, sempre um acontecimento novo para contar. É muito gostoso!
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sábado, 30 de março de 2013
Primeira páscoa do Haniel na escola
Por um momento voltei ao passado e percebi como o tempo passou. Agora ele, o Haniel está vivendo cada situação dessa e eu posso acompanhar. Está com novas companhias no seu dia a dia, sempre um acontecimento novo para contar. É muito gostoso!
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Fase dos "porquês?"
Certo dia meu filho me perguntou:Filho: Mãe, você tem pintinho?
Eu: Não, meu filho!
Filho: Por quê?
Eu: Porque mamãe é mulher!
Filho: Mas, por que você é mulher?
Eu: Porque Deus quis, meu filho!
Filho: Por que Deus quis?
Eu: Porque Ele é o criador!
Filho: Mas, por que Ele é o criador?... (pq, pq, pq)
Nossa comecei a ficar desesperada com tantas perguntas que eu já não sabia mais o que responder. E ele ainda acrescentava o "mas" como forma de dizer que não estava satisfeito com a resposta. Só então me dei conta de que meu garoto está com 3 anos e está na fase dos porquês! É entre os 3 e 4 anos que a criança quer saber de tudo.
Quem tem filho nessa faixa etária ou que já passou por ela, sabe o quanto é difícil responder a determinadas perguntinhas, né? É cada pergunta engraçada que a gente nem consegue explicar. Sem contar naqueles dias quando estamos super aterefadas, cheias de coisas para resolver e a cria fica perguntando por que, porque, porquê...
Os especialistas explicam que não há razões para alarmes. É uma fase em que a criança está começando a distinguir algumas realidades do mundo, mas isso não quer dizer que ela irá compreender tudo que os pais querem. Devemos responder todas as perguntas de forma objetiva e com sentido. Jamais dizer: porque é, porque sim e por aí vai.
Segundo a psicóloga, Ubirani Lucena, a fase dos "porquê?" exige paciência e respeito das pessoas que cuidam dos pequenos. Nunca se deve perder de vista o fato de que eles estão construindo suas próprias maneiras de pensar. Atitudes grosseiras podem contribuir para a inibição, causando vergonha, desinteresse e medo por querer perguntar e decosbrir.
Uma boa forma de amenizar as perguntas, é devolvê-las para que a própria criança tente explicar, ou utilizá-las em momentos que ela não quer obedecer. Quando ela disser que não quer comer, você pergunta porquê; se ela não quiser tomar banho, faça a mesma pergunta, e assim, vai mostrar que nem tudo pode acontecer da forma como ele deseja. Olha, funcina mesmo!!!
Só sei dizer que é uma experiência melhor que a outra. Cada fase que meu filho passa, me faz pensar que quando eu tinha a mesma idade deveria ser desse jeito, pois todos diziam que eu falava muito (rsrs). Talvez minha mãe nem teve tempo para observar essas fases já que tinha 4 filhotes ( eu e mais três). O importante é que tenho essa oportunidade de conversar com o Haniel David e de lhe explicar o sentido das coisas.Hoje, ele já compreende várias situações e pergunta um pouco menos. Tá se tornando um rapazinho.
Tenha paciência com seus filhotes também.
Bjs,
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Estágios dos brinquedos
A cada mês, o seu filho
desenvolve novas noções de espaço e de brincadeiras.
Confira como o cérebro dele funciona
e o que cada fase significa.
Tradução e adaptação por Marianna Perri, filha de Rita e José
Você já deve ter reparado que seu filho gosta mesmo dos brinquedos mais simples: bolas, tampas de panela, potes de plástico, enfim. Objetos normais que conquistam as crianças e fazem os brinquedos coloridos, cheio de luzes e sons, fiquem em segundo plano.
Brincar, para os bebês, além de ser uma maneira de entretenimento, é também uma forma essencial de desenvolvimento motor e intelectual das crianças. É desta maneira que eles aprendem a engatinhar, andar, falar, construir, cantar, desenhar e fazer amigo.
Além de atrair mais a atenção das crianças, os brinquedos mais “simples” também são mais versáteis, não tendo limite de idade para a brincadeira. Confira como seu filho se desenvolve diante de cada brinquedo e divirta-se com ele!
Bola
6 meses: seu bebê irá olhar para o brinquedo intensamente, e também sentirá as diferentes texturas do objeto.
12 meses: ele já consegue sentar no chão e rolar a bola com você. Seu filho deverá ainda conseguir joga-la para longe, sem um alvo específico.
18 meses: o pequeno já é capaz de atirar a bola diretamente para você.
2 anos: seu filho já tem habilidade de chutar e driblar a bola com os pés. O baixo centro de gravidade dos pequenos faz com que eles sejam jogadores de futebol naturais.
3 anos: ele já é capaz de brincar com bolas maiores e carrega-las pela casa. Algumas crianças já conseguem chutar a bola em alvos específicos.
Dica de segurança: cuidado com o tamanho da bola, principalmente se ela passar pelo tubo de papelão do papel higiênico. Não deixe seu filho brincar com aquelas bolinhas de borracha encontradas em máquinas.
Brincar, para os bebês, além de ser uma maneira de entretenimento, é também uma forma essencial de desenvolvimento motor e intelectual das crianças. É desta maneira que eles aprendem a engatinhar, andar, falar, construir, cantar, desenhar e fazer amigo.
Além de atrair mais a atenção das crianças, os brinquedos mais “simples” também são mais versáteis, não tendo limite de idade para a brincadeira. Confira como seu filho se desenvolve diante de cada brinquedo e divirta-se com ele!
Bola
6 meses: seu bebê irá olhar para o brinquedo intensamente, e também sentirá as diferentes texturas do objeto.
12 meses: ele já consegue sentar no chão e rolar a bola com você. Seu filho deverá ainda conseguir joga-la para longe, sem um alvo específico.
18 meses: o pequeno já é capaz de atirar a bola diretamente para você.
2 anos: seu filho já tem habilidade de chutar e driblar a bola com os pés. O baixo centro de gravidade dos pequenos faz com que eles sejam jogadores de futebol naturais.
3 anos: ele já é capaz de brincar com bolas maiores e carrega-las pela casa. Algumas crianças já conseguem chutar a bola em alvos específicos.
Dica de segurança: cuidado com o tamanho da bola, principalmente se ela passar pelo tubo de papelão do papel higiênico. Não deixe seu filho brincar com aquelas bolinhas de borracha encontradas em máquinas.
Fonte: revista pais e filhos
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