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quarta-feira, 12 de novembro de 2014

É menina!!!!!

Meu filho vai ter uma irmãzinha!!! Pense na felicidade dessa mulher aqui. Eu sempre quis ser mãe de um casalzinho. Graças ao meu bom Deus, Ele vai realizar esse sonho. Não estou me contendo de tanta alegria. Peço que essa criança venha com muita saúde.



Hoje bati a US (Ultra Sonografia)  do 2º trimestre da gestação e descobri o sexo do bebê: Serei mãe de uma princesa!!!!! Nossa, já não aguentava mais de tanta ansiedade. Estávamos tensos desde a última US que não deu pra ver. Não apenas o meu filho, o pai e eu, mas todos os parentes e amigos estavam ansiosos.

Enquanto aguardávamos a vez de entrar no consultório, a expectativa era grande. O Haniel entrou comigo e com o pai no consultório. Quando o médico revelou o sexo, ele nem ficou surpreso, pois já sabia que teria uma irmãzinha, sentia isso. O papai Rafael ficou feliz por mim, já que eu tinha dúvidas se realmente seria uma menina. O mais bonitinho foi quando ela pegou no pezinho dela com as duas mãos. Muito lindo!

Graças a Deus está tudo bem comigo e com minha filha. Ela está medindo 21 centímetros e pesando uns 300 gramas. A data prevista para o parto está entre o dia 17 de Março e 4 de Abril de 2015.    


Agora tenho outra missão: a escolha do nome. Não tenho nenhum específico em mente ainda, mas já dei algumas pesquisadas. Quero ver se decido até o dia da realização do chá de fraldas que já vou começar a preparar. Não está certo que irei fazer o chá.

Eita, ninguém me segura porque vou fazer a festa nas lojas de bebê (rs).
Na sala de espera
Olha a carinha de felicidade dele!!

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Minha segunda gravidez

Olá, galerinha!!! Faz algum tempo que não parava pra escrever aqui no blog. Mas, com mais um presente que ganhei de Deus, resolvi voltar e registrar. Parece até que é a primeira vez que vou ter um filho rs.


É com muita satisfação que estou no quinto mês da minha segunda gestação. Estou muito, muito feliz pois pretendia engravidar desde o ano passado (2013), porém algumas circunstâncias não me permitiram. Uma delas foi uma gravidez ectópica gerada na trompa, chamada gravidez tubária. Então tive que adiar o segundo filho. Foram dias muitos difíceis, mas ocorreu tudo bem.

Ainda não sabemos o sexo porquê na última ecografia que fiz, o bebê não quis mostrar sua intimidade (rsrs). O Haniel está uma pilha de tanta ansiedade. Diz que terá uma irmãzinha, mas não quero alimentar esperanças pra ele não ficar frustrado.  No próximo dia 12, com a ecografia morfológica, saberemos. Apesar da expectativa, o importante mesmo é vir com saúde e perfeito.

Já fazia um tempo que o Haniel pedia um irmãozinho, se sente um pouco solitário. Quando um coleguinha ou priminho vem aqui em casa pra brincar com ele, é pura alegria. Ele mostra todos os brinquedos e chama pra jogar videogame. O drama surge é quando esse coleguinha ou priminho tem que ir embora...ele fica muito triste e até chora. A mesma coisa acontece quando vai à casa de um amiguinho ou priminho: quer trazê-lo junto pra casa (rsrs). Por isso fiz questão de engravidar novamente.

O papai Rafael está todo bobo com a "nossa" gravidez. Até antes da confirmação, ele ainda não queria outro filho. Contudo, a notícia que a família vai aumentar fez com que ele mudasse radicalmente de opinião. 

O que eu estou achando mais diferente disso tudo, é que eu fiquei mais próxima e apegada ao meu filho. Acredito que dessa forma ele não vai se sentir deixado de lado, no canto. Está sendo algo maravilhoso!!!

Meu bebê está mexendo tanto, é tão gostoso! Como eu não estou trabalhando em dias fixos, estou acompanhando o desenvolvimento da criança semana a semana, cada detalhe. Amando tudo isso!!!!

 mês

Eu já não estava mais enjoada e estava um pouco mais disposta para sair e passear. Tenho uma alimentação equilibrada em frutas, verduras e bastante proteínas.



3º mês

Entre o segundo e o terceiro mês fiquei bastante enjoada. Sentia muita dor de cabeça, passava mal e ao mesmo tempo que sentia fome, mas não conseguia comer. Os enjoos duraram umas três semanas, mas pareciam uma eternidade. Junto com os enjoos vieram os desejos de comer alimentos diferentes, os quais me ajudavam a não passar mal de fraqueza.. Um deles foi essa bandeijinha de cajus: Huummm!!! Tudo de bom.




mês

Nesse período ainda não tinha certeza que estava grávida. Foi apenas no finalzinho do segundo mês que fiz o exame de sangue, dia 29/08/14, e deu positivo. Aí tudo começou a mudar outa vez. Daí comecei a registrar e a fazer as primeiras fotos.

As pessoas ficaram sabendo aos poucos, pois precisava ter certeza que estava tudo bem com o bebê.


Finalzinho do 2º mês

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Profissão e Maternidade: difícil conciliar?

Esse é um dilema cada vez mais presente na vida das mulheres de hoje. Queremos ser bem sucedidas, grandes executivas e estamos cada vez mais correndo atrás disso. Em contrapartida temos o sonho de ser mãe e de cuidar bem dos nossos filhos. Queremos estar por perto, acompanhar cada fase, cada aprendizado.


O pior de tudo é quando sentimos "culpa" por deixar nossos filhos em creches ou com babás para trabalhar. Creio que a maioria das mães já deve ter passado por esse sentimento e ficado desesperada sem saber o que fazer.

Quando engravidei, estava trabalhando e fui até os oito meses. Tirei quatro meses de licença-maternidade  e voltei quando meu bebê tinha quatro meses de nascido. Ele ficava com minha mãe, que cuidava dele como se fosse seu filho. Mas quando eu estava no trabalho, meu pensamento era só na criança. Os seios ficavam cheios de leite. Minha mãe o levava para mamar- temos direito a uma hora de amamentação.

Fiquei na empresa só por dois meses e fiz acordo para sair. Queria cuidar do meu garotão, ficar perto dele. Fiquei com ele 1 ano e 3 meses, e então voltei a trabalhar. Mas isso tinha um motivo: queria conquistar minha independência finaceira. No início foi terrível, pensei em desistir. Mas minha mãe e meu esposo seguraram a barra e me deram a  maior força para continuar. E olhe que é só um filho! Imagine se fossem dois, três...

O fato é que em vários momentos da nossa vida não queremos aceitar que não podemos ser perfeitas em tudo. É muita coisa para nós mulheres darmos conta: ser profissional, mãe, esposa, amante, companheira, amiga, cuidar do lar e acima de todas, CUIDAR DE NÓS MESMAS. Ufa! Haja fôlego.

E quando o filho adoece? É como se o mundo caísse sobre nossas cabeças. Precisamos levá-lo ao médico, apresentar atestado na empresa. Muitas vezes me senti cansada, mas a gente dá um jeito e consegue.

Opinião profissional

Bom, segundo especialistas em terapia familiar, muitas mulheres se sentem frustradas porquê acham que não conseguem desempenhar seu papel de mãe e de profissional tão bem quanto gostariam. Ainda de acordo com esses profissionais, toda essa ansiedade é gerada pelo fato nós exigirmos muito de nós mesmas, tanto na vida profissional quanto na vida familiar, talvez pela dupla jornada que nós temos de enfrentar todos os dias.

Um pouco de alívio

Os profissionais orientam que, as mulheres devem tentar dar o melhor de si nas duas situações, mas sem cobrar muito de si mesmas. Não devem se desgastar a ponto de ficarem ansiosas ou frustradas quando acham que não conseguem atuar afetivamente com os filhos que acabaram de gerar, ou como profissionais, que tem de produzir de forma satisfatória para a empresa a qual trabalha.

Nós mães precisamos de ajuda

Enquanto profissional, a mulher é um ser individualizado, já que toma as decisões sobre as atividades que precisa executar, dizem os especialistas. No entanto, quando chega ao final da gravidez, ela vai precisar da ajuda do pai da criança, de parentes, para cuidar do bebê. Quando a família é companheira, isso se dá de uma maneira natural, principalmente pelo fato de o marido já conhecer as necessidades da esposa, inclusive sobre a gestação.

Quando a mulher fica grávida, todo o metabolismo e sua estrutura bilógica sofre mudanças, e seu estado emocional também e afetado por essas alterações. Portanto, se ela tiver o apoio da família nesse momento tão especial de sua vida, poderá enfrentar todos esses problemas com mais calma e tranquila. Esse foi o meu caso como já citei no quarto parágrafo: o apoio da família e do marido.

Haniel David com dois aninhos
Só sei dizer que, independente de toda essa situação, vale a pena formar uma família e realizar seus instintos naturais. Há mulheres que optam por não ter filhos e ter apenas uma carreira profissional. Há outras que só querem cuidar dos filhos, e são felizes assim. 

Eu escolhi trabalhar e ser mãe. Estou muito orgulhosa de mim e feliz. Percebi, ao longo dos anos,  que é possível realizar as tarefas sem perder a cabeça. Além do mais, toda essa correria só me fez amadurecer!

Ahh!!! E não aceito ouvir que mulher é sexo frágil. Porquê somos muito fortes.

 E você, qual dilema tem enfrentado?

Abraços,