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sexta-feira, 29 de março de 2013

Na páscoa, chocolate à base de soja é uma alternativa para intolerância à lactose.

Infelizmente esse problema afeta mais fortemente as crianças quando não diagnosticado logo!


A páscoa é uma das datas comemorativas mais importantes do calendário ocidental. Uma festa cristã que em hebraico quer dizer passagem. Os cristãos comemoravam a passagem do inverno para a primavera, pois as chances de sobrevivência eram maiores, já que o inverno era intenso. Nessa época, comiam pães asmos (pães sem fermento).

Como o passar do tempo, alguns símbolos foram agregados à Páscoa como o o coelho e os ovos de chocolate. O animal foi escolhido por representar a fertilidade e a multiplicação, e o ovo de chocolate para dar sabor ao presente. Os cristãos trocavam ovos pintados em celebração à chegada da primavera.

O chocolate é uma iguaria que deixa muita gente com água na boca, mas de acordo com dados brasileiros, cerca de 70% das pessoas sofrem de intolerância à lactose (açúcar presente no leite de vaca) e não podem desfrutar dos ovos de chocolate (já que a maioria possui leite). Algumas pessoas melhoram quando se tornam adultas, mas outras permanecem com a deficiência por toda a vida.

Para resolver o problema, já existem empresas especializadas em produzir chocolate e outros alimentos à base de soja como a Choco Soy, Sollys, Chocolife. Os preços desses produtos são um pouco mais caros que os tradicionais.

O publicitário, Rafael Santa Cruz, diz que consumir alimentos à base de leite sempre foi um pesadelo. Em período de páscoa ele prefere ficar quietinho e come só um pedacinho de chocolate de soja para matar a vontade. "Antes, eu passava muito mal quando consumia algum alimento com leite. Hoje já consigo comer um pedacinho de bolo de cenoura sem passar mal. Já o sabor do chocolate de soja é um pouco diferente do tradicional, mas "desce" e é saudável.

Gabriel de 3 anos, não pode consumir leite poque fica todo empolado. Depois que parou de mamar só toma leite de soja e seus derivados. Segundo sua mãe, Andréia Nunes, o problema demorou a ser diagnosticado. "Ele ficava com a pele super irritada e eu não sabia o que era. Eu tive que deixar de consumir leite enquanto amamentava (até 1 ano e 9 meses)", afirma.

Os nutricionistas  recomendam aos intolerantes à lactose consultar o médico antes de fazer qualquer dieta.

Boa Páscoa!!!!

Textual online
Denubia Amorim

quarta-feira, 27 de março de 2013

Conhecimentos e dicas de higiene bucal na infância



Uma boca bem cuidada influi no visual, nos faz sentir bonitos, legais e ter um sorriso daqueles!!!

Eis a importância de ensinar a criança a ter os devidos cuidados desde pequena.



Dicas para crianças de 0 a 5 anos:

1. Fazer higiene na boca da criança com fralda molhada em água filtrada, antes mesmo de surgirem os primeiros dentes;
2. Limpar os dentes com escova macia e molhada em água filtrada todas as noites;
3.Usar pouco creme dental com flúor somente quando a criança souber cuspir;
4. Utilizar o fio dental delicadamente quando a criança tiver mais de um dente.

Dicas para crianças acima de 5 anos e em fase escolar:

1. Escolher uma escova de cerdas macias para não machucar a gengiva;
2. Passar fio dental delicadamente antes de escovar os dentes;


3. Utilizar pouco creme dental, o importante é escovar de forma correta;
4. Escovar os dentes após as refeições e antes de dormir;
5. Ter o cuidado de escovar cada dente em todos os seus lados;
6. Escovar com movimentos de cima para baixo nos dentes superiores e de baixo para cima nos dentes  inferiores. Lembre-se de escová-los por dentro e por fora.
7. Fazer movimentos de vai e vem na parte mastigatória dos dentes de trás.


 8. Escovar os dentes da frente na parte interna inclinando a escova verticalmente;


9. Escovar a língua com movimentos suaves.

A cárie dental, as doenças gengivais e a maloclusão (má formação dentária) são doenças que prejudicam o desenvolvimento infantil, afetando também a imagem corporal, a estética e a fala, além de dificultar o acesso do adolescente ao mercado de trabalho.

Para manutenção da saúde bucal, práticas saudáveis de alimentação e higiene devem ser tanto na infância como na adolescência.

Minha dica:

As vezes o meu filho fica com preguiça de escovar os dentes. Como ele tem 4 anos e possui todos os dentes, para não correr o risco de ele ficar sem escová-los, eu faço uma brincadeira: quem conseguir escovar os dentes mais corretamente é o vencedor. Eu fico na frente dele escovando os meus para incentivá-lo. Isso faz da hora de higienizar a boca, um momento prazeroso e divertido.

Como tive problemas com alguns dentes quando criança, não quero que ele passe pela mesma situação. Afinal, ninguém merece sentir dor de dente!!! Afff.


Secretaria de Saúde

domingo, 4 de novembro de 2012

Cuidados com a varicela (ou catapora) em crianças.

Catapora
Todo mundo passa por essa fase né? Meu filho está com 3 anos e está no quarto dia de catapora. O segundo dia foi o mais difícil, porquê nem ele nem nós ( meu marido e eu) não conseguimos dormir. A coceira era muito grande e por todo o corpo. Ele chorava bastante.
O impressionante é como as bolhas saem tão rápido, né? E são muuiiitas: na cabeça, na boca, no ouvido, dentro do nariz, no bumbum e até no saquinho do Haniel. Um sofrimento!!!! 

Para aliviar essa coceira, estou dando dois banhos nele por dia com espermaganato e passando talco mentolado, no corpo seco.

Nem me lembro de quando tive catapora, se coçava ou não. E olha que eu já tinha 9 anos.


É necessário também muita paciência para respeitar o sofrimento da criança e tentar acalmá-lo ao máximo. Nesse momento ela precisa de apoio e compreensão.
Aqui tem algumas dicas e cuidados com a doença, principalmente nas nossas crianças.

O que é?

A varicela em crianças e bebês se caracteriza por febre e o aparecimento de erupções na pele. É de fácil transmissão, e portanto, muito contagiosa. Catapora é o nome popular da varicela, um doença comumente contraída na infância. Ela é causada pelo pelo vírus varicella zoster, um dos 8 vírus de herpes que atacam humanos. A catapora é caracterizada por febre, seguida de erupções que coçam ou feridas abertas.

O primeiro sintoma mais comum é o aparecimento de vesículas ou bolhas pequenas em toda a pele: couro cabeludo, genitais e inclusive aparecem lesões na boca. Em geral pode causar coceira, febre alta, cefaléia, náuseas, vômitos e perda de apetite. No caso em que se observe alguma lesão rara na criança, procure imediatamente o médico.

Os médicos aconselham mulheres grávidas que entraram em contato com a catapora a procurar seu obstetra imediatamente, uma vez que o vírus pode causar sérios problemas ao feto.
Causas da varicela em crianças e bebês
Essa doença é causada por um vírus do grupo herpes, chamado Varicela-zoster. O vírus se propaga de pessoa para pessoa pela tosse ou espirro, e também pelo contato direto através de lenços ou lesões na pele. Entre escolares e familiares, a probabilidade de contágio é superior a 90%. Período de incubação: entre o primeiro contato com o vírus e a aparição dos sintomas, que varia entre 9 a 21 dias. As bolhinhas se rompem liberando um líquido claro (muito contagioso) e logo de 4 a 5 dias se formam as crostas. O contágio pode iniciar-se 2 dias antes do aparecimento das bolhinhas e prolongar-se até cinco dias depois do aparecimento das lesões, ou mais. 

Tratamento da varicela em crianças e bebês

Uma vez que a criança tenha contraído a varicela, não existe tratamento curativo. E sim um controle da doença, à base de antitérmicos, um antiviral específico e um antihistamínico para reduzir a coceira. Tomar cuidado para que a criança esteja sem fraldas a maior parte do tempo, manter sua pele limpa, cortar e limpar as unhas para evitar lesões ao coçar, e infecções, e dar-lhe muita tranquilidade. A varicela pode apresentar complicações perigosas, ainda que não sejam frequentes, nos lactantes e adultos.
Aspirina não deve ser usada durante infecção de varicela porque pode aumentar a incidência de uma condição potencialmente fatal chamada síndrome de Reye.

Dicas: guiainfantil.com

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Estresse infantil

Num mundo tão agitado e concorrido, parece que a infância não tem mais lugar. É tanto o desejo de que os filhos cresçam rápido, aprendam mais rápido ainda, que as despreocupações infantis deram lugar à imediata ocupação de tempo com coisas que não deveriam fazer parte de seu universo.

Pais até fazem agenda para que não se percam com tantos afazeres e os mais diversos. A pressão é intensa sobre os pequenos ombros: tem que ser o primeiro da classe e obter sucesso em todas as atividades em que foram inscritos. Tudo muito precoce. As crianças se veem numa corrida contra o tempo  como se isso pudesse garantir um futuro bem sucedido ou promissor.
 
E como são dependentes de seus pais, física e emocionalmente, preocupam-se em atender a todas as expectativas para não desapontá-los e perder o amor deles. Com isso, as necessidades infantis são postas de lado para que assumam o que lhes foi imposto. Mas há um preço a se pagar pelo caminho que se decidiu seguir e, obviamente, será cobrado mais tarde e, muitas vezes, mais cedo do que se espera.

É o estresse infantil, que gera uma tensão tão extrema, insuportável mesmo, acompanhada de reações orgânicas como excesso de ansiedade junto com taquicardia, vômitos, diarreias, dores, agressividade, perda de ou sono agitado, doenças respiratórias, enfim. A criança sente como se sua segurança estivesse ameaçada. E de fato está.

Além do estresse infantil poder originar-se das altas cobranças, principalmente aquelas em que a criança ainda não se sente capaz de atingir o fim desejado e esperado, pode, inclusive, originar-se por brigas familiares e separações, abusos e violências contra ela, mudanças de vida, de casa, de escola e  outras tantas, quando não foi bem preparada para poder compreender e aceitar o que vai perder. Não se pode esquecer que toda mudança envolve perdas e ganhos.

São muitos os eventos que podem provocar o estresse infantil, por isso é fundamental que os pais acompanhem seus filhos de perto, fiquem atentos a cada mudança de humor, de comportamento e mesmo de saúde sem motivo aparente, pois pode ser sinal de estresse.

Cada criança é única e o limite de tolerância e o ritmo de aprendizagem são diferentes para cada uma e deveriam ser respeitados. Na verdade, o que ela deseja é brincar e desfrutar a infância a que tem direito. É muito triste ouvir um adulto dizer que muito cedo teve que assumir responsabilidades, que não teve infância por não ter sido permitido ou por não ter tido outra opção.

Não se pode pular uma fase de vida, pois mais tarde ela retorna. São os adultos infantilizados, que se "esqueceram" de crescer ou crianças atuando como se fossem adultos, tomando decisões que deveriam, via de regra, serem tomadas por adultos.

A criança aprende brincando sozinha ou com seus pares, como também só observando, pois é através da imitação que se dá a maior aprendizagem infantil.

Cabe aos adultos responsáveis refletirem profundamente se não estão ocupando o tempo livre de seus filhos para se verem livres deles e poderem, eles mesmos, desfrutarem seu próprio tempo livre sem preocupação ou interrupção.

Ana Maria da Silva
Psicóloga Clínica

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Crianças podem ter mais cáries durante as férias

 A falta de rotina e a qualidade dos alimentos ingeridos durante o período das férias de inverno comprometem a saúde bucal dos pequenos.

                                                
Você sabia que a saúde bucal das crianças pode ser afetada durante o período de recesso escolar? As férias de inverno são um prato cheio para o aparecimento de cáries nas crianças. O tempo gelado contribui para que os pequenos passem mais tempo dentro de casa, assistindo filmes ou jogando vídeo game e isso também aumenta a quantidade de guloseimas ingeridas neste período.

Além de comprometer a alimentação das crianças, comer muitos doces, balas, chicletes, biscoitos neste período pode ocasionar o aparecimento de cáries no futuro. “As crianças, quando entram em férias, tendem a não seguir uma rotina e esquecem de escovar o dentes e passar fio dental. Isso reflete lá na frente quando aos problemas começam a aparecer”, afirma a Dra. Carla Sarni, especialista da Sorridents.

A profissional alerta os pais sobre o perigo da falta de higiene bucal nas crianças. “As crianças que já trocaram os dentes estão numa fase de adaptação e por isso, a higiene bucal nesta fase vai refletir na qualidade do dentes depois de adultos”, explica a odontologista.

Veja 6 Dicas para manter a saúde bucal dos pequenos nas férias:

- Mantenha a rotina das crianças. Imponha que escovem os dentes após cada refeição, principalmente ao acordar e antes de dormir;


- Use a psicologia para que o momento da escovação seja divertido e não mais uma obrigação desagradável;

- Procure manter pelo menos três refeições – café da manhã, almoço e jantar -  para diminuir a quantidade de guloseimas ao longo do dia;

- Ao invés de liberar doces e balas, procure oferecer frutas como a maçã, que contribui para a limpeza dos dentes;

- Aproveite o período das férias para visitar o dentista. A consulta com o profissional estimula as crianças a cuidar dos dentes;

- Procure sempre um odontopediatra porque ele é capacitado para o atendimento dos pequenos e o ambiente é desenvolvido para ser lúdico.

INEIB

terça-feira, 12 de abril de 2011

Febre? cólicas? Saiba como lidar com problemas frequentes de saúde dos pequenos

Ter uma criança em casa não é fácil, ainda mais quando não temos experiência nenhuma no mundo infantil. Por isso trago essas informações que considero importantíssimas para essa nova fase.


O que fazer quando a criança está com o intestino preso?

O intervalo entre as idas ao banheiro para fazer cocô varia de uma criança para outra. Recém-nascidos ficam até dois dias sem evacuar, embora isso seja incomum, principalmente entre os que mamam no peito. Nesse caso, a dica é estimular o ânus do bebê com uma gaze enrolada no dedo.

Normalmente, o pequeno consegue liberar as fezes só com um toque superficial na região. Agora, se o problema persistir, procure um pediatra –seu filho pode estar com o intestino preso. Já os lactentes, sobretudo aqueles que mamam exclusivamente o leite materno, podem permanecer sem evacuar por mais de uma semana, sem risco à saúde. Mas, ainda assim, se for esse o caso do seu filho, relate-o ao pediatra da criança.

 Entre os bebês mais velhos, o intervalo do cocô pode chegar a três dias, ou mais, sem que isso caracterize a chamada prisão de ventre. Em compensação, existem crianças que apresentam a doença mesmo visitando a privadinha ou sujando a fraldinha todos os dias. Nessa hora, o mais importante é observar a característica das fezes e estar atento a eventuais queixas de dor da criança, independente da idade.

Quando procurar o médico?
 
Recém-nascidos: Fezes firmes, menos de uma vez por dia.

Lactentes e bebês: Cocô duro e compacto, com intervalo de três a quatro dias entre as evacuações.

Qualquer idade: Fezes grandes, duras e secas, com mais de três a quatro dias entre as evacuações. Dor ou dificuldade ao evacuar. Dor de barriga que passa após movimentos do intestino. Presença de sangue em torno das fezes. Borrões de cocô ou sangue na cueca, na calcinha ou na fralda entre uma evacuação e outra.

Como prevenir a prisão de ventre infantil?

As causas da constipação costumam estar associadas a fatores como desidratação, alimentação pobre em fibras, inatividade física, estresse emocional ligado principalmente à retirada da fralda e vergonha ou dificuldade de usar o banheiro fora de casa.

Portanto, para prevenir ou mesmo combater a prisão de ventre, é importante dar bastante água e suco para a criança, oferecer frutas, legumes, verduras e cereais integrais, ser bastante paciente, participativo, compreensivo e amoroso durante a troca de fraldas, estimular brincadeiras com bastante movimentação e criar rotinas para ir ao toalete.

Além disso, procure explicar para o pequeno que segurar o cocô faz mal à saúde. Importante: só dê alimentos ou medicamentos laxativos sob orientação médica, pois eles podem agravar o problema.

Quado meu filho tiver febre?
 
A febre é o primeiro sinal de que algo não está bem no organismo do pequeno. Saiba melhor como lidar com ela.

O que caracteriza a febre é a elevação da temperatura do corpo, que gira em torno de 36°C em condições normais. Quando a temperatura se encontra entre 37°C e 37,5°C denomina-se estado febril. A partir de 37,5°C, o quadro passa a ser de febre mesmo. Além de ser um sinal de alerta, a febre também contribui para a defesa do organismo. Não por acaso a criança fica desanimada, em geral com mal estar, dores e muita sonolência. É o corpo que desencadeia esta reação para poupar suas energias e deixar o sistema imunológico agir.

O que causa a febre? A lista é longa. As causas mais comuns em crianças, porém, são as infecções por agentes externos, como vírus e bactérias. Entram nessa categoria resfriados, gripes, viroses e inflamações de vias aéreas, ouvido ou garganta. Reações inflamatórias ou doenças auto-imunes também podem causar febre, assim como exposição demasiada ao sol, exercícios físicos além da conta e até excesso de agasalhos no calor. O aparecimento dos dentes pode causar uma leve elevação da temperatura nas crianças. A febre alta e persistente pode ainda indicar doenças mais agressivas e complexas.

A maneira mais prática de se medir a febre de um bebê é usar um termômetro nas axilas. Pode ser um de mercúrio ou digital, ambos cumprem bem seu papel. De 37,5°C a 38°C, a febre é considerada baixa e não requer medicação. Até porque ela cumpre uma função importante de favorecer a reação do organismo frente a um agente infeccioso. De 38°C a 39°C, a febre ganha status de moderada. Nessa situação não existe regra. Algumas mães já administram um antitérmico para levantar o astral do filho e outras preferem aguentar um pouco mais. Acima de 39°C, a febre é alta e há risco de convulsão – sem ameaça de lesão nervosa até 41,7°C. Por isso é recomendável administrar o medicamento.

O ideal é procurar um médico assim que a febre se manifesta. Só ele é capaz de dar um diagnóstico mais preciso e também prescrever os medicamentos adequados, o que inclui antitérmicos. Ainda assim, é possível que o especialista só tenha uma confirmação do problema, e possa tratá-lo efetivamente, dias depois do início da febre. Até lá hidrate bastante o pequeno, dê banhos mornos para confortá-lo e evite excesso de roupas e cobertas.

Durante esse período, o que é importante observar em uma criança com febre é sua reação aos antitérmicos. Se ela volta a brincar, sorrir, pular e correr quando a febre baixa, a doença provavelmente não requer maiores cuidados além de acompanhamento e repouso. Agora, se ficar prostrada mesmo depois de sua temperatura baixar, a situação pode ser mais delicada. Portanto, não deixe de procurar seu médico.

BEBE.COM