sexta-feira, 1 de julho de 2011

Crianças podem ter mais cáries durante as férias

 A falta de rotina e a qualidade dos alimentos ingeridos durante o período das férias de inverno comprometem a saúde bucal dos pequenos.

                                                
Você sabia que a saúde bucal das crianças pode ser afetada durante o período de recesso escolar? As férias de inverno são um prato cheio para o aparecimento de cáries nas crianças. O tempo gelado contribui para que os pequenos passem mais tempo dentro de casa, assistindo filmes ou jogando vídeo game e isso também aumenta a quantidade de guloseimas ingeridas neste período.

Além de comprometer a alimentação das crianças, comer muitos doces, balas, chicletes, biscoitos neste período pode ocasionar o aparecimento de cáries no futuro. “As crianças, quando entram em férias, tendem a não seguir uma rotina e esquecem de escovar o dentes e passar fio dental. Isso reflete lá na frente quando aos problemas começam a aparecer”, afirma a Dra. Carla Sarni, especialista da Sorridents.

A profissional alerta os pais sobre o perigo da falta de higiene bucal nas crianças. “As crianças que já trocaram os dentes estão numa fase de adaptação e por isso, a higiene bucal nesta fase vai refletir na qualidade do dentes depois de adultos”, explica a odontologista.

Veja 6 Dicas para manter a saúde bucal dos pequenos nas férias:

- Mantenha a rotina das crianças. Imponha que escovem os dentes após cada refeição, principalmente ao acordar e antes de dormir;


- Use a psicologia para que o momento da escovação seja divertido e não mais uma obrigação desagradável;

- Procure manter pelo menos três refeições – café da manhã, almoço e jantar -  para diminuir a quantidade de guloseimas ao longo do dia;

- Ao invés de liberar doces e balas, procure oferecer frutas como a maçã, que contribui para a limpeza dos dentes;

- Aproveite o período das férias para visitar o dentista. A consulta com o profissional estimula as crianças a cuidar dos dentes;

- Procure sempre um odontopediatra porque ele é capacitado para o atendimento dos pequenos e o ambiente é desenvolvido para ser lúdico.

INEIB

domingo, 29 de maio de 2011

Leite empedrado não impede a amamentação


Leite empedrado não siginifica que devemos parar de amamentar. 

Meu leite empedrou quando meu filho tinha quatro dias 4 dias de nascido. Eu não conseguia amamentar de jeito nenhum: foi horrível (huu)!! Meu peito doía tanto que eu chorava, ele não chegou a sangrar mas ficou ferido. Então o peito foi enchendo até que empedrou.


Comecei a dar outro tipo de leite para o  meu filho, mas ele teve dor de barriga.

No quinto dia levamos o Haniel para fazer o teste do pezinho. Lá perguntaram para o meu marido se o Haniel estava mmando direitinho. Quando ele disse que o bebê havia tomado leite Nam, a enfermeira me chamou e disse que eu estava cometendo um crime ao dar um leite que não fosse do peito para ele.

Entrei no consultório morrendo de medo, porquê uma outra enfermeira iria desmanchar as pequenas "pedras" de leite do peito. Ela começou a fazer massagem no peito direito e eu chorava de dor. Enquanto isso, a enfermeira que me deu a bronca, contava a história de quando ela teve o seu primeiro filho. Ela disse que o bico do peito dela caiu e saía muito sangue, mas estava determinada a amamentá-lo mesmo com tanta dor.

De repente começou a esguinchar leite dos meus seios. Foi tanto leite que enxarcou um lençol. Chamaram meu esposo para ver aquela cena e ele ficou bastante emocionado, pois sabia que meu filho iria se alimentar tranquilamente dali por diante. As enfermeiras lá presentes também não puderam conter as lágrimas de emoção. Desde então não parei de amamentar. Tenho uma foto com a equipe médica, mas não achei. Assim que eu a encontrar coloco aqui. 

Foi tudo tão bom para minha experiência, que amamentei até o 20º mês de vida do meu filhote.

Obs: Não deixe de amamentar seu filho por qualquer motivo. Ele precisa de você!

sábado, 23 de abril de 2011

Criança: uma pessoa em desenvolvimento e com direitos.

Cada criança é um ser único, que deve ser entendido, cuidado e respeitado.

No início da vida, as crianças comunicam-se pelo choro. Há vários motivos que podem trazer o desconforto como: fome, frio, calor, dor, cólicas ou insegurança.

É importante que os pais procurem entender o que pode estar acontecendo para resolver cada situação, cuidando, conversando.

Os bebês são muito sensíveis e, desde o nascimento, são capazes de diferenciar um tom de voz carinhoso de um tom agressivo.

Aos poucos, tanto os pais quanto os bebês vão se entendendo e se reconhecendo nas suas necessidades e jeitos de ser.

À medida que a criança cresce, é importante que aprenda o que pode e o que não pode fazer e a identificar as situações de perigo.

Por isso os limites precisam ser ensinados com clareza e carinho. Você precisa saber que terá de explicar e repetir a sorientações tantas vezes quanto forem necesárias, até a criança entender o perigo que corre.

A birra e a desobediência precisam ser encaradas como uma atitude de confronto da criança que faz parte do seu desenvolvimento. A maoiria das crianças apresenta  esse comportamento. Isso não quer dizer que ela não seja nervosa. No entanto, é importante que você não ceda aos seus caprichos.

Para ensiná-la, você NÃO DEVE fazer com que a criança experimente a dor ou o perigo,como colocar o dedinho dela no ferro quente para ela sentir dor e aprender que pode se queimar.

PACIÊNCIA!!

A criança pode repetir o comportamento errado, pois ela está aprendendo!Quando ele insistir no erro, corrija com carinho. Demonstre sua satisfação quando a criança faz de um jeito bom. 

Aja com calma e firmeza, explicando, de forma simples, o porquê do NÃO, orientando o comportamento adequado e não exigindo da criança mais do que ela é capaz de entender e realizar.

Eu procuro agir da maneira mais tranquila possível, pois na hora da raiva a gente não mede as consequências. Meu filho é meio levadinho, mas mesmo assim eu não me deixo levar por suas travessuras. Muitas das vezes quando eu digo um não, ele fica desdesperado e chora bastante, faz birra. o chamo , converso e explico as coisas.

Não é fácil, mas não podemos desistir de tentar.

Ministério da Saúde

domingo, 17 de abril de 2011

Dez passos para uma alimentação saudável de seu filho

Aprendemos a comer ainda nos primeiros meses de vida. Foi essa a conclusão de um estudo americano publicado na revista Clinical Pediatrics depois de avaliar crianças e adolescentes obesos e descobrir que mais da metade já se encontrava nessa situação aos 2 anos. 

Segundo os pesquisadores, os hábitos alimentares aprendidos nessa primeira fase orientam a criança em seu futuro e são difíceis de serem modificados. E é justamente nesse período que os pais têm mais dúvidas à mesa tentando cumprir bem o seu papel.

Essa aqui foi a primeira vez que meu filho comeu papinha. Ele estava com 6 meses.

Conheça as principais sugestões dos especialistas para oferecer uma boa educação alimentar ao seu filho.

1. Aumente e varie o consumo de verduras, legumes, ofereça-os em cinco porções diárias. Esses alimentos são fontes de vitaminas e minerais que ajudam na prevenção de doenças e melhoram a resistência do organismo.

2. Ofereça feijão pelo menos uma vez por dia, no mínimo quatro vezes por semana. O feijão é boa fonte de ferro e auxilia na prevenção da anemia. Para importante ingerir suco de limão, laranja ou acerola, que são fontes de vitamnia C.

3. Alimentos gordurosos devem ser evitados, podendo ser ofertados no máximo uma vez por semana. É melhor optar por alimentos assados, grelhados ou cozidos do que fritos. Retire a gordura da carne, a pele do frango e o couro do peixe. Evite oferecer manteiga, banha de porco e gordura hidrogenda (leia os rótulos dos alimentos). Prefira azeite de oliva, óleo de canola, de girassol, de milho ou de soja, mas não os utilize em excesso.

4. Modere o uso do sal. O sal em excesso pode contribuir para o aumento da pressão arterial (hipertensão). Evite temperos prontos, alimentos enlatados, carnes salgadas e embutidos como mortadela, presunto, linguiça, etc. Todos contêm muito sal.

5. Procure oferecer pelo menos três refeições e dois lanches por dia. Para os lanches e as sobremesas, prefira as frutas.

6. Doces, bolos, biscoitos e outros alimentos ricos em açúcar devem ser evitados, podendo ser oferecidos no máximo duas vezes por semana.

7. Evite o consumo diário de refrigerantes. A melhor bebida é a água.

8. Para que a criaça aprecie sua refeição, ela deve comer devagar e mastigar bem os alimentos. Faça das refeições um momento de encontro da família. Não alimente seu filho assistindo à TV., trabalhando ou
discutindo.

9. Mantenha o peso de seu dentro dos limites saudáveis para a idade.

10. Estimule seu filho para que seja ativo. saia para caminhar com ele, leve-o para andar de bicicleta, passear com o cachorro, jogar bola, fazer algum tipo de esporte. Não deixe seu filho passar muitas horas assistindo à TV, jogando videogame ou jogando no computador.

Ministério da Saúde

terça-feira, 12 de abril de 2011

Febre? cólicas? Saiba como lidar com problemas frequentes de saúde dos pequenos

Ter uma criança em casa não é fácil, ainda mais quando não temos experiência nenhuma no mundo infantil. Por isso trago essas informações que considero importantíssimas para essa nova fase.


O que fazer quando a criança está com o intestino preso?

O intervalo entre as idas ao banheiro para fazer cocô varia de uma criança para outra. Recém-nascidos ficam até dois dias sem evacuar, embora isso seja incomum, principalmente entre os que mamam no peito. Nesse caso, a dica é estimular o ânus do bebê com uma gaze enrolada no dedo.

Normalmente, o pequeno consegue liberar as fezes só com um toque superficial na região. Agora, se o problema persistir, procure um pediatra –seu filho pode estar com o intestino preso. Já os lactentes, sobretudo aqueles que mamam exclusivamente o leite materno, podem permanecer sem evacuar por mais de uma semana, sem risco à saúde. Mas, ainda assim, se for esse o caso do seu filho, relate-o ao pediatra da criança.

 Entre os bebês mais velhos, o intervalo do cocô pode chegar a três dias, ou mais, sem que isso caracterize a chamada prisão de ventre. Em compensação, existem crianças que apresentam a doença mesmo visitando a privadinha ou sujando a fraldinha todos os dias. Nessa hora, o mais importante é observar a característica das fezes e estar atento a eventuais queixas de dor da criança, independente da idade.

Quando procurar o médico?
 
Recém-nascidos: Fezes firmes, menos de uma vez por dia.

Lactentes e bebês: Cocô duro e compacto, com intervalo de três a quatro dias entre as evacuações.

Qualquer idade: Fezes grandes, duras e secas, com mais de três a quatro dias entre as evacuações. Dor ou dificuldade ao evacuar. Dor de barriga que passa após movimentos do intestino. Presença de sangue em torno das fezes. Borrões de cocô ou sangue na cueca, na calcinha ou na fralda entre uma evacuação e outra.

Como prevenir a prisão de ventre infantil?

As causas da constipação costumam estar associadas a fatores como desidratação, alimentação pobre em fibras, inatividade física, estresse emocional ligado principalmente à retirada da fralda e vergonha ou dificuldade de usar o banheiro fora de casa.

Portanto, para prevenir ou mesmo combater a prisão de ventre, é importante dar bastante água e suco para a criança, oferecer frutas, legumes, verduras e cereais integrais, ser bastante paciente, participativo, compreensivo e amoroso durante a troca de fraldas, estimular brincadeiras com bastante movimentação e criar rotinas para ir ao toalete.

Além disso, procure explicar para o pequeno que segurar o cocô faz mal à saúde. Importante: só dê alimentos ou medicamentos laxativos sob orientação médica, pois eles podem agravar o problema.

Quado meu filho tiver febre?
 
A febre é o primeiro sinal de que algo não está bem no organismo do pequeno. Saiba melhor como lidar com ela.

O que caracteriza a febre é a elevação da temperatura do corpo, que gira em torno de 36°C em condições normais. Quando a temperatura se encontra entre 37°C e 37,5°C denomina-se estado febril. A partir de 37,5°C, o quadro passa a ser de febre mesmo. Além de ser um sinal de alerta, a febre também contribui para a defesa do organismo. Não por acaso a criança fica desanimada, em geral com mal estar, dores e muita sonolência. É o corpo que desencadeia esta reação para poupar suas energias e deixar o sistema imunológico agir.

O que causa a febre? A lista é longa. As causas mais comuns em crianças, porém, são as infecções por agentes externos, como vírus e bactérias. Entram nessa categoria resfriados, gripes, viroses e inflamações de vias aéreas, ouvido ou garganta. Reações inflamatórias ou doenças auto-imunes também podem causar febre, assim como exposição demasiada ao sol, exercícios físicos além da conta e até excesso de agasalhos no calor. O aparecimento dos dentes pode causar uma leve elevação da temperatura nas crianças. A febre alta e persistente pode ainda indicar doenças mais agressivas e complexas.

A maneira mais prática de se medir a febre de um bebê é usar um termômetro nas axilas. Pode ser um de mercúrio ou digital, ambos cumprem bem seu papel. De 37,5°C a 38°C, a febre é considerada baixa e não requer medicação. Até porque ela cumpre uma função importante de favorecer a reação do organismo frente a um agente infeccioso. De 38°C a 39°C, a febre ganha status de moderada. Nessa situação não existe regra. Algumas mães já administram um antitérmico para levantar o astral do filho e outras preferem aguentar um pouco mais. Acima de 39°C, a febre é alta e há risco de convulsão – sem ameaça de lesão nervosa até 41,7°C. Por isso é recomendável administrar o medicamento.

O ideal é procurar um médico assim que a febre se manifesta. Só ele é capaz de dar um diagnóstico mais preciso e também prescrever os medicamentos adequados, o que inclui antitérmicos. Ainda assim, é possível que o especialista só tenha uma confirmação do problema, e possa tratá-lo efetivamente, dias depois do início da febre. Até lá hidrate bastante o pequeno, dê banhos mornos para confortá-lo e evite excesso de roupas e cobertas.

Durante esse período, o que é importante observar em uma criança com febre é sua reação aos antitérmicos. Se ela volta a brincar, sorrir, pular e correr quando a febre baixa, a doença provavelmente não requer maiores cuidados além de acompanhamento e repouso. Agora, se ficar prostrada mesmo depois de sua temperatura baixar, a situação pode ser mais delicada. Portanto, não deixe de procurar seu médico.

BEBE.COM

sábado, 2 de abril de 2011

A primeira relação sexual após o parto

É normal depois do parto a mulher sentir um pouco de medo de voltar às atividades sexuais, seja quem teve parto normal seja quem fez cesariana.

A tendência é achar que vai sentir muita dor e incômodos, ainda mais porque nas muitas mulheres o desejo sexual diminui bastante nessa fase.

Há também o problema com o próprio corpo. Achamos que estamos feias e fora de forma. Ainda bem que voltei ao meu peso normal rapinho.

Meu parto, do Haniel David, foi cesariana. Eu não tinha previsão de quando voltaria a ter relação sexual com o meu marido.

Minha recuperação foi lenta, porém com apenas 28 dias de resguardo já estava muito ansiosa e com medo também. Nós dois estávamos anciosos e então cedi às carícias do meu esposo. É claro que não fomos até o fim, ele ficou preocupado se eu iria sentir dor, mas foi melhor do que eu imaginava.  

Depois de alguns dias ficou tudo normal, e até melhor (rsrs).

Aqui tem algumas dicas  que achei muito interessantes e que podem ajudar bastante.

Sem precipitações, essa retomada tem tudo para se transformar em uma segunda lua de mel. Mas, é preciso compreensão, paciência e afeto. Reunimos dicas para vocês reviverem o prazer depois do parto

1. Sexo não se resume à penetração

A maioria dos casais tende a considerar sexo apenas a relação genital. Mas não é bem assim, principalmente em uma fase em que a mulher se recupera de um parto. Tão importante quanto a cópula em si é o enamorar-se. A dica aqui é abusar de abraços, beijos e carícias. Dar as mãos sempre que possível, não poupar afagos, trocar galanteios e provocações, enfim, manter acesa a chama que une o casal. É claro que estão ambos exaustos, mas reserve alguns instantes para esses jogos de sedução, na hora do banho, no momento de dormir ou mesmo na cozinha, de surpresa. E deixe que o clima vá esquentando no decorrer das semanas, sem pressa.

2. Espere até que o corpo volte ser o que era

A mulher precisa de tempo para se recompor de um parto, tanto do ponto de vista físico como emocional. Não existe um prazo pré-estipulado. Em geral, os médicos pedem que os dois aguardem pelo menos 42 dias para liberá-los totalmente para o sexo, mas o casal pode começar antes ou depois desse prazo. O parto normal permite uma retomada mais precoce das atividades sexuais, sem muito desconforto vaginal e dores. Já a cesariana requer um tempo adicional para o pós-operatório, o que significa de 60 a 90 dias sem uma relação completa. Agora, mais importante do que o prazo é o desejo do casal de realizar a primeira transa após o parto.

3. É normal perder a libido durante a amamentação

A produção do leite depende de um hormônio chamado prolactina. Além de garantir a amamentação, a prolactina também interfere na disposição sexual da mulher ao reduzir a libido e ressecar a vagina, um verdadeiro hormônio antissexo. Por isso, não vale a pena se culpar pela perda da motivação sexual. Além disso, amamentar sob livre demanda – recomendável até o bebê completar 6 meses – esgota qualquer mulher. Difícil sentir-se disposta com o cansaço, o sono, o estresse, a insegurança e a irritação típicos desse período. O casal deve conversar sobre isso para não haver cobranças desmedidas.

4. As emoções

O nascimento de um filho gera uma confusão emocional nos pais. Sensações e sentimentos se misturam, e o casal precisa de um tempo até se reequilibrar. Portanto, a retomada do sexo tem de ser avaliada dentro desse contexto. No caso da mulher, o parto psicológico, que é a separação psíquica entre mãe e filho, pode demorar até 90 dias após o parto fisiológico. Até lá, a mãe dedica-se quase exclusivamente ao filho, como se fosse uma extensão de seu corpo. Nessa fase, é bastante comum pais imaturos encararem o filho como um concorrente. Uma boa medida é tirar o filho do quarto dos pais até o fim desse terceiro mês. Já o marido pode passar a encarar a mulher como uma figura sacrossanta e ter dificuldade de tratá-la como parceira sexual. Tudo isso é absolutamente normal. O casal deve lidar de modo natural com a situação e buscar no carinho e no amor um caminho para retomar a vida sexual.

5. Exercícioas preparam a mulher para o sexo

O corpo da mulher sofre profundas transformações durante a gravidez. Após o parto, tecidos e órgãos demoram algumas semanas até voltarem ao lugar. Uma boa maneira de favorecer esse processo é praticar exercícios físicos leves, sob a orientação médica. No caso de mulheres que estão preocupadas com a flacidez de sua região genital por causa do parto normal, a dica é praticar exercícios vaginais. Sim, as contrações vaginais ajudam a restabelecer a firmeza muscular da região. Passadas seis a oito semanas, com a liberação médica, vale a pena também retomar aos poucos as atividades físicas normais, o que aumenta a disposição para a primeira relação.

6. Masturbação pode ser uma boa válvula de escape

O homem é capaz de passar longos períodos sem sexo. Muitos permanecem virgens até a morte. Mas essa não é a regra. Em geral, o anseio sexual é uma marca masculina. Por isso, a masturbação não deve ser encarada como algo condenável. Pelo contrário, com o consentimento da mulher, ele se sentirá muito mais excitado para esperar a retomada do sexo a dois. Em muitos lugares, inclusive (nem tanto no Brasil), há homens e mulheres que apreciam ver o parceiro se masturbar sem intervir. Essa cumplicidade eleva a temperatura e prepara o terreno para a retomada do sexo.

7. O que fazer na hora H

O ritual da primeira relação após o sexo pode ser algo inesquecível, uma segunda lua de mel. Abuse da criatividade, não se imponha limites e fuja da monotonia. Vale tudo, desde que dê prazer ao casal. É possível que a lubrificação ainda não seja a ideal. Nesse caso, uma dica é, além de caprichar nas preliminares, usar lubrificantes convencionais ou estrogênio “não absorvido sistemicamente” (isso é muito importante porque, se esse hormônio passa para o leite da amamentação, pode causar problemas no bebê). Também compensa procurar acessórios para estimular o aparelho genital feminino e aumentar a lubrificação. Vença a inibição, visite uma sex shop, onde há brinquedos de todos os tipos.

8. Satisfação importa mais que o orgasmo

As primeiras relações após o nascimento da criança devem ser guiadas pela busca da satisfação, e não necessariamente de orgasmo. Por isso, é importante que seja um processo gradativo, que comece com as primeiras carícias desde a chegada da maternidade e culmine com a penetração propriamente dita semanas ou meses depois. Mire o resgate do prazer e do desejo, e o resto virá a reboque.

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