quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

A primeira festinha de aniversário do meu filho

Organizar festa de aniversário de criança é tão gostoso. A gente escolhe uma coisa daqui, um detalhe dali...quando a gente se dá conta, já gastou mais do que não deveria. Mas o que importa mesmo é se reunir com a família e os amigos.

 1 aninho

O convite de 1 aninho
Imagine a loucura que foi para organizar a festinha de 1 ano desse garotinho! Quando coloco na cabeça que vou fazer, é bem difícil para tirar. Por ser a primeira festa então...

Apesar de ele só fazer 1 ano, eu queria fazer a festa de qualquer jeito. Mãe tem essas coisas, né? Rs

O convite não ficou uma gracinha? Fiz em um estúdio de fotografia. Aproveitamos também para fazer o book dele, mas o Haniel ficou com muito medo e só chorava. Então acabei desistindo.

Organizei com alguns meses de antecedência. Calculei a quantidade de pessoas, local, comida e bebida, brinquedos, docinhos, lembrancinhas, tema e decoração.

Não contratei buffet. Minha irmã, Denubiane, e eu confeccionamos quase tudo: os centros de mesas, as toalhinhas, a caixa de presentes. Uma correria só!

O tema escolhido foi  "A arca de Noé". A mensagem traz a obediência a Deus, e quem obedeceu pôde se salvar. Aluguei a mesa e os bichinhos. Também um poço para o doces. O bolo era simbólico e a velinha era uma arca , uma gracinha!

No dia da festa, enchi os balões na casa da Silvana, que ficava bem pertinho do salão. A tia Lívia ajudou bastante na decoração. Meu marido correu muito também. 

As cores de decoração foram verde, amarelo, azul, vermelho e laranjado.

Durante a festa, o Haniel  ficou bastante "enjoado" porque ele não tinha dormido. Como ele ainda não andava, tive que ficar com ele no colo o tempo todo. Complicou um pouquinho mais porque ele foi um dos últimos a chegar na festa kkkkkkk. Então ele acabou estranhando um pouco todo aquele movimento.


Teve piscina de bolinhas e pula-pula. As crianças se alegraram muito. Mas como meu filhote não estava muito bem, não queria ficar nos brinquedos de jeito nenhum. Mas mesmo assim eu estava feliz e me diverti bastante.

Aqui o pocinho para colocar docinhos que eu falei. Muito bonitinho e estavam uma delícia!!!!

O titio Denubio fez um slide bem bacana com a historinha do Haniel em fotos e vídeos, de uns 15 minutos aproximadamente. Fiquei muito emocionada e quase chorei, mas tive que segurar. Não queria dar um de mamãe babona. Depois fomos cantar os parabéns.


                                       
  Obrigada a todos que compartilharam, juntamente conosco este momento tão especial!!!
                                          
                                  Olha só a galerinha que foi comemorar com a gente!!



Os priminhos e amiguinhos da família.

Olha o dengo do vovô e da vovó.

A tia Bel!!!!!


                
Mikaela muito linda!!!

Hummm vovó Julia do meu coração.

Titia Denubia, ele não quer tirar foto.


Alan gente fina.


Ki lindinho o Moisés.

E a Estephanne gatinha?


Os priminhos Gabriel e Matheus
Quanta gente né? Muito bom mesmo!!!!!!!!

O Haniel ficou desesperado quando o coloquei na caixinha de presentes, tadinho!!!!! Estava com tanto medo que nem queria tirar foto rsrsrs.

Os presentes











A festa acabou por volta das 21h e todos foram embora satisfeitos. Teve saquinho surpresa, a lembrancinha das crianças era uma garrafinha em formato de ursinho representando os animais da arca de Noé.

Depois de tanta farra: hora do lancinho mais gostoso. Pois ele ainda mamava e mamou até 1 ano e 9 meses.


Tchauuuuuuuuuuuuuu

Mais fotos!!!!!































terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Profissão e Maternidade: difícil conciliar?

Esse é um dilema cada vez mais presente na vida das mulheres de hoje. Queremos ser bem sucedidas, grandes executivas e estamos cada vez mais correndo atrás disso. Em contrapartida temos o sonho de ser mãe e de cuidar bem dos nossos filhos. Queremos estar por perto, acompanhar cada fase, cada aprendizado.


O pior de tudo é quando sentimos "culpa" por deixar nossos filhos em creches ou com babás para trabalhar. Creio que a maioria das mães já deve ter passado por esse sentimento e ficado desesperada sem saber o que fazer.

Quando engravidei, estava trabalhando e fui até os oito meses. Tirei quatro meses de licença-maternidade  e voltei quando meu bebê tinha quatro meses de nascido. Ele ficava com minha mãe, que cuidava dele como se fosse seu filho. Mas quando eu estava no trabalho, meu pensamento era só na criança. Os seios ficavam cheios de leite. Minha mãe o levava para mamar- temos direito a uma hora de amamentação.

Fiquei na empresa só por dois meses e fiz acordo para sair. Queria cuidar do meu garotão, ficar perto dele. Fiquei com ele 1 ano e 3 meses, e então voltei a trabalhar. Mas isso tinha um motivo: queria conquistar minha independência finaceira. No início foi terrível, pensei em desistir. Mas minha mãe e meu esposo seguraram a barra e me deram a  maior força para continuar. E olhe que é só um filho! Imagine se fossem dois, três...

O fato é que em vários momentos da nossa vida não queremos aceitar que não podemos ser perfeitas em tudo. É muita coisa para nós mulheres darmos conta: ser profissional, mãe, esposa, amante, companheira, amiga, cuidar do lar e acima de todas, CUIDAR DE NÓS MESMAS. Ufa! Haja fôlego.

E quando o filho adoece? É como se o mundo caísse sobre nossas cabeças. Precisamos levá-lo ao médico, apresentar atestado na empresa. Muitas vezes me senti cansada, mas a gente dá um jeito e consegue.

Opinião profissional

Bom, segundo especialistas em terapia familiar, muitas mulheres se sentem frustradas porquê acham que não conseguem desempenhar seu papel de mãe e de profissional tão bem quanto gostariam. Ainda de acordo com esses profissionais, toda essa ansiedade é gerada pelo fato nós exigirmos muito de nós mesmas, tanto na vida profissional quanto na vida familiar, talvez pela dupla jornada que nós temos de enfrentar todos os dias.

Um pouco de alívio

Os profissionais orientam que, as mulheres devem tentar dar o melhor de si nas duas situações, mas sem cobrar muito de si mesmas. Não devem se desgastar a ponto de ficarem ansiosas ou frustradas quando acham que não conseguem atuar afetivamente com os filhos que acabaram de gerar, ou como profissionais, que tem de produzir de forma satisfatória para a empresa a qual trabalha.

Nós mães precisamos de ajuda

Enquanto profissional, a mulher é um ser individualizado, já que toma as decisões sobre as atividades que precisa executar, dizem os especialistas. No entanto, quando chega ao final da gravidez, ela vai precisar da ajuda do pai da criança, de parentes, para cuidar do bebê. Quando a família é companheira, isso se dá de uma maneira natural, principalmente pelo fato de o marido já conhecer as necessidades da esposa, inclusive sobre a gestação.

Quando a mulher fica grávida, todo o metabolismo e sua estrutura bilógica sofre mudanças, e seu estado emocional também e afetado por essas alterações. Portanto, se ela tiver o apoio da família nesse momento tão especial de sua vida, poderá enfrentar todos esses problemas com mais calma e tranquila. Esse foi o meu caso como já citei no quarto parágrafo: o apoio da família e do marido.

Haniel David com dois aninhos
Só sei dizer que, independente de toda essa situação, vale a pena formar uma família e realizar seus instintos naturais. Há mulheres que optam por não ter filhos e ter apenas uma carreira profissional. Há outras que só querem cuidar dos filhos, e são felizes assim. 

Eu escolhi trabalhar e ser mãe. Estou muito orgulhosa de mim e feliz. Percebi, ao longo dos anos,  que é possível realizar as tarefas sem perder a cabeça. Além do mais, toda essa correria só me fez amadurecer!

Ahh!!! E não aceito ouvir que mulher é sexo frágil. Porquê somos muito fortes.

 E você, qual dilema tem enfrentado?

Abraços,

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

13 coisas sobre cesárea que ninguém contou para você

Meu parto foi cesariana e senti todas essas sensações descritas abaixo. Mas o que eu não sabia é que a gente fica com a s pernas abertas para  a introdução de uma sonda para fazer xixi depois do parto. Por isso resolvi compartilhar este post...achei muito interessante!!!! 

Algumas sensações e desconfortos são comuns para quem passa pela cirurgia. Confira.


Fernanda Carpegiani


 Shutterstock

Apesar de o parto normal ser a melhor opção para o bebê nascer, há mulheres que, pelo bem da sua saúde e a do filho, têm de fazer uma cesárea. Por ser uma cirurgia, esse tipo de parto tem algumas particularidades. Saiba quais são elas para não se assustar na hora – e nem depois.


1. De olhos bem abertos



Se você acha que vai dormir por causa da anestesia, está enganada! Não são usados sedativos durante o parto cesárea, porque, se a mãe é sedada, o bebê também é. Você estará consciente o tempo todo (até para ver o rostinho do seu filho pela primeira vez), mas não vai sentir dor. 

2. Vão colocar uma sonda em você...



...mas não se preocupe! É logo depois da anestesia, então não vai sentir nada. Ela é necessária para esvaziar a bexiga, já que você vai passar algum tempo deitada durante e após a cirurgia. 

3. Puxa-empurra durante o parto



A anestesia vai fazer com que você não sinta dor, mas, como ela não é geral e não tem sedativos, você pode ter algumas sensações. Na hora em que o bebê vai nascer, o médico faz força para posicioná-lo e ajudá-lo a sair e você pode sentir umas mexidas. Mas nada de dor! 

4. Você pode ficar enjoada



Como você vai ficar deitada, a barriga pode comprimir a veia cava e causar náuseas e queda de pressão. Os analgésicos também podem ter esses efeitos. Sentiu-se mal? Avise o anestesista. Ele vai pegar uma veia sua antes da cirurgia e é por ali que vão entrar os medicamentos necessários para corrigir qualquer alteração no seu metabolismo. O mal-estar pode surgir também depois do parto. 

5. Tem algo queimando aqui?



Se você sentir um cheiro de queimado, não se assuste: é o bisturi elétrico. Ele é usado em quase todas as cirurgias e o odor é por conta da cauterização dos tecidos. 

6. Será que fiquei com as pernas abertas?



Antes da anestesia, você fica com as pernas abertas para que logo depois seja colocada a sonda. Como o cérebro decora a última sensação antes da anestesia, pode parecer que as suas pernas continuam abertas durante a cirurgia. Mas é só uma impressão, porque assim que a sonda está no lugar certo, os auxiliares fecham as pernas da paciente. 

7. Leve tremedeira



Pode ser nervoso, frio ou até efeito da anestesia (que causa perda de calor), mas o fato é que você pode tremer quando sair da sala de cirurgia. Os médicos sabem disso e, por isso, sempre colocam uma coberta antes da paciente ir para sala de recuperação. Fique tranquila, porque passa rápido! 

9. Coceira no nariz 


 
A morfina usada na anestesia pode provocar uma coceira no corpo e no rosto, mas isso é normal e passa em 24h. Se for muito intensa, o seu médico pode receitar medicações adequadas para cessar o desconforto.                 

10. Inchaço nos pés e nas mãos



Com o acúmulo de líquidos que acontece no seu organismo durante a gestação, é normal que você fique inchada nos primeiros dias depois do parto, principalmente nos pés e nas mãos. Apesar de ocorrer também em quem teve parto normal, é mais frequente nas mulheres que tiveram parto cesárea, porque a grávida fica mais imobilizada depois da cirurgia. Depois de uma semana, você começa a desinchar, mas repouso e drenagem linfática podem ajudar. 

11. Sua pressão pode cair ao se levantar



O jejum, as horas deitadas e os efeitos dos medicamentos podem fazer você ficar tonta na primeira vez que se levantar depois do parto. O ideal é ficar sentada na cama de 10 a 15 minutos antes e ter a ajuda de uma enfermeira nesse momento. 

12. Mais remédios



Para controlar a dor e melhorar a sua recuperação, você vai continuar tomando alguns medicamentos em casa, como analgésicos e antiinflamatórios, por até sete dias. Mesmo assim, durante um mês, é normal sentir fisgadas ou dores no local da cirurgia de vez em quando. 

13. Um passo de cada vez 


 
Lembre-se de que você acabou de passar por uma cirurgia, então é preciso tomar cuidado com movimentos bruscos. Não há problema em fazer caminhadas e atividades normais da casa, mas nem pense em abaixar e pegar peso. E dirigir... somente após 20 dias do parto. Se você pratica exercícios mais localizados, volte aos poucos e só depois de dois meses. 


Revista Crescer