segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Fase dos "porquês?"

Certo dia  meu filho me perguntou:

Filho: Mãe, você tem pintinho?
Eu: Não, meu filho!
Filho: Por quê?
Eu: Porque mamãe é mulher!
Filho: Mas, por que você é mulher?
Eu: Porque Deus quis, meu filho!
Filho: Por que Deus quis?
Eu: Porque Ele é o criador!
Filho: Mas, por que Ele é o criador?... (pq, pq, pq)

Nossa comecei a ficar desesperada com tantas perguntas que eu já não sabia mais o que responder. E ele ainda acrescentava o "mas" como forma de dizer que não estava satisfeito com a resposta. Só então me dei conta de que meu garoto está com 3 anos e está na fase dos porquês! É entre os 3 e 4 anos que a criança quer saber de tudo.

Quem tem filho nessa faixa etária ou que já passou por ela, sabe o quanto é difícil responder a determinadas perguntinhas, né? É cada pergunta engraçada que a gente nem consegue explicar. Sem contar naqueles dias quando estamos super aterefadas, cheias de coisas para resolver e a cria fica perguntando por que, porque, porquê...

Os especialistas explicam que não há razões para alarmes. É uma fase em que a criança está começando a distinguir algumas realidades do mundo, mas isso não quer dizer que ela irá compreender tudo que os pais querem. Devemos responder  todas as perguntas de forma objetiva e com sentido. Jamais dizer: porque é, porque sim e por aí vai.

Segundo a psicóloga, Ubirani Lucena, a fase dos "porquê?" exige paciência e respeito das pessoas que cuidam dos pequenos. Nunca se deve perder de vista o fato de que eles estão construindo suas próprias maneiras de pensar. Atitudes grosseiras podem contribuir para a inibição, causando vergonha, desinteresse e medo por querer perguntar e decosbrir.

Uma boa forma de amenizar as perguntas, é devolvê-las para que a própria criança tente explicar, ou utilizá-las em  momentos que ela não quer obedecer. Quando ela disser que não quer comer, você pergunta porquê; se ela não quiser tomar banho, faça a mesma pergunta, e assim, vai mostrar que nem tudo pode acontecer da forma como ele deseja. Olha, funcina mesmo!!!

Só sei dizer que é uma experiência melhor que a outra. Cada fase que meu filho passa, me faz pensar que quando eu tinha a mesma idade deveria ser desse jeito, pois todos diziam que eu falava muito (rsrs). Talvez minha mãe nem teve tempo para observar essas fases já que tinha 4 filhotes ( eu e mais três). O importante é que tenho essa oportunidade de conversar com o Haniel David e de lhe explicar o sentido das coisas.

Hoje, ele já compreende várias situações e pergunta um pouco menos. Tá se tornando um rapazinho.

Tenha paciência com seus filhotes também.

 Bjs,

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Refeição em família pode trazer momentos bem felizes!


É comum nos dias de hoje não se ter tempo para reunir a família. Muitos pais têm dois ou mais empregos; outros são separados; alguns filhos vivem só com o pai, outros só com a mãe. Enfim, são vários os motivos pelos quais se vê menos a reunião familiar. Ressalva-se as datas comemorativas (quando é possível!).


A família é o primeiro contato social que a pessoa tem quando nasce. É onde ela vai herdar um sobrenome, aprender valores, crenças, princípios. É com quem vai viver por longos anos de sua vida.Eis a importância de se reunir.

Mesmo com o corre corre do dia a dia, é muito importante fazer, ao menos, uma refeição com a família.  Esse procedimento deve acontecer nos primeiros anos da criança. Desde cedo ela começa a conhecer o ambiente familiar. As pessoas ficam mais unidas, sentem falta uma da outra, além de aprender a compartilhar suas alegrias e outras coisinhas.

Pode até parecer bobagem, mas a hora da refeição pode ser considerada sagrada, um momento muito especial. Deve -se sentar à mesa e não em frente da televisão. É nessa hora que sentamos para dialogar sobre o cotidiano de cada um, sobre os planos e por aí vai. Assim cada um dá valor ao outro, olha no olho, conversa, se aproxima. Também traz bem-estar e hábitos alimentares saudáveis.

Minha semana é bem corrida, mas me esforço ao máximo para comer com meu marido e meu filho. É um   momento muito gostoso em que a gente sorri, fica pertinho um do outro, se conhece. Quando estou de folga, principalmente no sábado, capricho no cardápio. Me amarro ouvindo meu marido elogiar minha comida. Me sinto nas nuvens (risos)!!!! Tudo é preparado com muito amor e carinho.

Quero que meu filho cresça nesse tipo de convivência. Que ele possa enxergar o verdadeiro sentido da família. E acima de tudo, reconhecer o papel dessa instituição criada por Deus. Um esforço que pode fazer a família mais feliz.

Vale ou não a pena esse pequeno sacrifício? Para mim, vale. E muito!!!!!!! Ver essas carinhas satisfeitas me dá uma sensação de missão cumprida.

Há tempo pra tudo. Só para se reunir com a família que não dá??? Isso é conversa fiada.
E digo mais: O mundo pode virar de ponta a cabeça, mas eu ainda acredito na família, na união. Amo estar na minha casinha, no meu lar, na minha base, com os meus amores.

Esse é o meu jeito mãe!

domingo, 4 de novembro de 2012

Cuidados com a varicela (ou catapora) em crianças.

Catapora
Todo mundo passa por essa fase né? Meu filho está com 3 anos e está no quarto dia de catapora. O segundo dia foi o mais difícil, porquê nem ele nem nós ( meu marido e eu) não conseguimos dormir. A coceira era muito grande e por todo o corpo. Ele chorava bastante.
O impressionante é como as bolhas saem tão rápido, né? E são muuiiitas: na cabeça, na boca, no ouvido, dentro do nariz, no bumbum e até no saquinho do Haniel. Um sofrimento!!!! 

Para aliviar essa coceira, estou dando dois banhos nele por dia com espermaganato e passando talco mentolado, no corpo seco.

Nem me lembro de quando tive catapora, se coçava ou não. E olha que eu já tinha 9 anos.


É necessário também muita paciência para respeitar o sofrimento da criança e tentar acalmá-lo ao máximo. Nesse momento ela precisa de apoio e compreensão.
Aqui tem algumas dicas e cuidados com a doença, principalmente nas nossas crianças.

O que é?

A varicela em crianças e bebês se caracteriza por febre e o aparecimento de erupções na pele. É de fácil transmissão, e portanto, muito contagiosa. Catapora é o nome popular da varicela, um doença comumente contraída na infância. Ela é causada pelo pelo vírus varicella zoster, um dos 8 vírus de herpes que atacam humanos. A catapora é caracterizada por febre, seguida de erupções que coçam ou feridas abertas.

O primeiro sintoma mais comum é o aparecimento de vesículas ou bolhas pequenas em toda a pele: couro cabeludo, genitais e inclusive aparecem lesões na boca. Em geral pode causar coceira, febre alta, cefaléia, náuseas, vômitos e perda de apetite. No caso em que se observe alguma lesão rara na criança, procure imediatamente o médico.

Os médicos aconselham mulheres grávidas que entraram em contato com a catapora a procurar seu obstetra imediatamente, uma vez que o vírus pode causar sérios problemas ao feto.
Causas da varicela em crianças e bebês
Essa doença é causada por um vírus do grupo herpes, chamado Varicela-zoster. O vírus se propaga de pessoa para pessoa pela tosse ou espirro, e também pelo contato direto através de lenços ou lesões na pele. Entre escolares e familiares, a probabilidade de contágio é superior a 90%. Período de incubação: entre o primeiro contato com o vírus e a aparição dos sintomas, que varia entre 9 a 21 dias. As bolhinhas se rompem liberando um líquido claro (muito contagioso) e logo de 4 a 5 dias se formam as crostas. O contágio pode iniciar-se 2 dias antes do aparecimento das bolhinhas e prolongar-se até cinco dias depois do aparecimento das lesões, ou mais. 

Tratamento da varicela em crianças e bebês

Uma vez que a criança tenha contraído a varicela, não existe tratamento curativo. E sim um controle da doença, à base de antitérmicos, um antiviral específico e um antihistamínico para reduzir a coceira. Tomar cuidado para que a criança esteja sem fraldas a maior parte do tempo, manter sua pele limpa, cortar e limpar as unhas para evitar lesões ao coçar, e infecções, e dar-lhe muita tranquilidade. A varicela pode apresentar complicações perigosas, ainda que não sejam frequentes, nos lactantes e adultos.
Aspirina não deve ser usada durante infecção de varicela porque pode aumentar a incidência de uma condição potencialmente fatal chamada síndrome de Reye.

Dicas: guiainfantil.com

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Estresse infantil

Num mundo tão agitado e concorrido, parece que a infância não tem mais lugar. É tanto o desejo de que os filhos cresçam rápido, aprendam mais rápido ainda, que as despreocupações infantis deram lugar à imediata ocupação de tempo com coisas que não deveriam fazer parte de seu universo.

Pais até fazem agenda para que não se percam com tantos afazeres e os mais diversos. A pressão é intensa sobre os pequenos ombros: tem que ser o primeiro da classe e obter sucesso em todas as atividades em que foram inscritos. Tudo muito precoce. As crianças se veem numa corrida contra o tempo  como se isso pudesse garantir um futuro bem sucedido ou promissor.
 
E como são dependentes de seus pais, física e emocionalmente, preocupam-se em atender a todas as expectativas para não desapontá-los e perder o amor deles. Com isso, as necessidades infantis são postas de lado para que assumam o que lhes foi imposto. Mas há um preço a se pagar pelo caminho que se decidiu seguir e, obviamente, será cobrado mais tarde e, muitas vezes, mais cedo do que se espera.

É o estresse infantil, que gera uma tensão tão extrema, insuportável mesmo, acompanhada de reações orgânicas como excesso de ansiedade junto com taquicardia, vômitos, diarreias, dores, agressividade, perda de ou sono agitado, doenças respiratórias, enfim. A criança sente como se sua segurança estivesse ameaçada. E de fato está.

Além do estresse infantil poder originar-se das altas cobranças, principalmente aquelas em que a criança ainda não se sente capaz de atingir o fim desejado e esperado, pode, inclusive, originar-se por brigas familiares e separações, abusos e violências contra ela, mudanças de vida, de casa, de escola e  outras tantas, quando não foi bem preparada para poder compreender e aceitar o que vai perder. Não se pode esquecer que toda mudança envolve perdas e ganhos.

São muitos os eventos que podem provocar o estresse infantil, por isso é fundamental que os pais acompanhem seus filhos de perto, fiquem atentos a cada mudança de humor, de comportamento e mesmo de saúde sem motivo aparente, pois pode ser sinal de estresse.

Cada criança é única e o limite de tolerância e o ritmo de aprendizagem são diferentes para cada uma e deveriam ser respeitados. Na verdade, o que ela deseja é brincar e desfrutar a infância a que tem direito. É muito triste ouvir um adulto dizer que muito cedo teve que assumir responsabilidades, que não teve infância por não ter sido permitido ou por não ter tido outra opção.

Não se pode pular uma fase de vida, pois mais tarde ela retorna. São os adultos infantilizados, que se "esqueceram" de crescer ou crianças atuando como se fossem adultos, tomando decisões que deveriam, via de regra, serem tomadas por adultos.

A criança aprende brincando sozinha ou com seus pares, como também só observando, pois é através da imitação que se dá a maior aprendizagem infantil.

Cabe aos adultos responsáveis refletirem profundamente se não estão ocupando o tempo livre de seus filhos para se verem livres deles e poderem, eles mesmos, desfrutarem seu próprio tempo livre sem preocupação ou interrupção.

Ana Maria da Silva
Psicóloga Clínica

Semana do câncer de mama


Em todo mundo, várias campanhas da Semana do câncer de mama de conscientização estão sendo realizadas para chamar atenção ao assunto. Nos EUA, durante todo mês de outubro, eventos vão ser realizados no país. 

Esse tipo de câncer é o que mais causa mortes entre as mulheres no mundo. Os principais fatores de risco são a reposição hormonal com estrogênio na menopausa, obesidade, obesidade mais diabetes e hipertensão, antecedentes familiares maternos (avó, mãe, tias e irmãs), que podem aumentar o risco em até quatro vezes, e o tabagismo.

O estudo da história do câncer de mama mostra que sua evolução é lenta, longa e gradativa até chegar à fase da metástase (disseminação para o restante do corpo). Por isso, a prevenção e o diagnóstico precoce são as melhores formas de bater a doença.

Para ajudar a conscientização em relação ao câncer de mama, o Centro de Pesquisa do Câncer Fred Hutchinson está oferecendo uma série semanal de dicas baseadas em pesquisas para ajudar na prevenção e diagnóstico precoce da doença. Veja algumas dicas abaixo:

- Evite ficar acima do peso. Obesidade aumenta o risco de câncer de mama depois da menopausa, período em que a doença ocorre com mais frequência. Tente não ganhar peso com a passagem de tempo e tente também manter índice de massa corpórea abaixo de 25.

- Coma saudavelmente. Adote uma dieta com muitos vegetais e frutas e pobre em bebidas açucaradas, carboidratos refinados e alimentos gordurosos. Ingira proteínas magras como peixe ou peito de frango e coma carne vermelha com moderação, ou nada. Ingira grãos integrais e prefira óleo vegetais a gorduras animais.

- Mantenha-se ativa fisicamente. Pesquisas sugerem que aumentar a atividade física, mesmo que comece tardiamente na vida, reduz o risco de câncer de mama de 10 a 30 por cento. Só o que você precisa é de 30 minutos de exercícios moderados cinco vezes por semana.

- Beba menos ou nada de álcool. O uso de bebidas alcoólicas está associado ao aumento do risco da doença. Mulheres deveriam limitar a ingestão a não mais do que um drink por dia. 

- Evite a terapia de reposição de hormônios. Esse tipo de terapia na menopausa aumenta o risco do câncer. Se tiver que tomar hormônios para controlar os sintomas da menopausa, evite os que contêm progesterona e limite o uso a menos de três anos. 

- Considere um medicamento bloqueador de estrógeno. Mulheres com histórico familiar de câncer de mama ou com mais de 60 anos deveriam conversar com seus médicos sobre os prós e contras de bloqueadores de estrógeno. 

- Não fume. Pesquisas mostram que uso de cigarro por bastante tempo está associado ao aumento do risco da doença em algumas mulheres. 

- Amamente seus filhos o máximo que puder. Quem dá leite no peito aos bebês por no mínimo um ano no total tem risco reduzido de desenvolver câncer de mama mais tarde.

- Faça o auto-exame todos os meses logo após o período menstrual. Mulheres acima de 40 ou 35 para quem tem histórico familiar devem realizar mamografias pelo menos uma vez ao ano. 

- Converse com seu médico sobre prevenção e diagnóstico para possuir todas as informações possíveis.

 
Fonte: Thays Biasetti

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Semana do aleitamento materno

Descubra quais as 10 coisas que você precisa saber antes de amamentar

Tradução e adaptação por Marianna Perri, filha de Rita e José



Os primeiros dias de agosto serão marcados pela campanha mundial de aleitamento materno, promovida pela World Alliance for Breastfeeding Action. Este é o 19º ano da campanha, que terá como tema principal os três elementos principais do aleitamento: tempo, lugar e comunicação.

Segundo a organização, a comunicação é essencial para promover, proteger e dar suporte à amamentação, além de espalhar as informações sobre a importância do aleitamento em todo o mundo.

Para incentivar a amamentação, foram selecionadas 10 coisas que toda mãe deveria ssaber antes de amamentar. Confira!


Leite materno é muito saudável
Ninguém é obrigado a amamentar o filho, mas você deve conhecer os benefícios do leite materno. Ele contém anticorpos que não poderão ser produzidos, o que reduz os resfriados nas crianças, sinusites e infecções de ouvido. Os bebês que são amamentados também têm menos diarréia, constipação e alergias.

Saúde também para a mãe
A amamentação pode ajudar a mulher a prevenir câncer de ovário e seios, além de aumentar os laços entre mãe e filho. O aleitamento libera hormônios, como a prolactina, que deixa o bebê tranqüilo, e a oxitocina, que ajuda nas contrações do útero. Amamentar ainda queima calorias.

Amamentar é difícil
Considere fazer uma aula de amamentação durante a gravidez, e esteja preparada para pedir ajuda quando o bebê chegar. Nos primeiros dias, você deve se sentir dor. Mas, com o tempo, o desconforto deve ir embora.

Apesar disso, não ignore a dor: um nó dolorido no peito, acompanhado de vermelhidão, pode ser sinal de algum problema nos dutos de leite, que podem gerar mastite, uma infecção que só é tratada com antibióticos.

Economia
Além de ser saudável, amamentar fará com que você economize em fórmulas prontas. Afinal, o leite materno é de graça!

Você é fonte de alimentação, controle-se
Continue tomando vitaminas, cálcio e beba bastante água durante o dia enquanto está amamentando. Você gastará de 300 a 500 calorias extras enquanto está produzindo leite, então aprenda a relaxar (já que o estresse afeta a amamentação). Tome um banho morno, sente numa poltrona e lembre-se de respirar quando dá de mamar para seu filho.

Se você precisar tomar algum remédio, pergunte ao seu médico. As mães estão liberadas a tomar um drinque de vez em quando, mas lembre-se de dar, pelo menos, duas horas de intervalo entre a bebida e a mamada.

Amamentar é conveniente
Nada de esquentar o leite, mamadeiras sujas ou compras desesperadas durante a noite. O leite materno já está pronto, na temperatura ideal, e disponível a qualquer hora do dia ou da noite.

As viagens também se tornam mais fáceis, já que você estará ao lado do seu bebê para alimentá-lo sempre que ele pedir. Mas, se você está sobrecarregada com esta responsabilidade e precisa de um tempo...

... Leite materno e fórmula podem ser uma opção
Se a mãe precisa trabalhar, mas não quer deixar de amamentar, combinar o leite materno com uma fórmula pode ser uma opção. Mas saiba que, com a diminuição das mamadas, sua produção de leite também diminuirá.

Motivos para ordenhar
Inicialmente, muitas mães ordenham o leite para estimular a produção. Mas se o bebê teve uma boa noite de sono e você acordou cheia de leite, aproveite para guardar o alimento para futuras emergências.

Além disso, também existem as ordenhas ocasionais. Encha uma garrafa, e o pai também poderá acordar durante a noite para dar de mamar, ou então sair sem o bebê sem se preocupar com as refeições dele.

Se você trabalha o dia todo, mas conta com intervalos para amamentação, use este tempo para ordenhar seu leite para o pequeno. As bombas elétricas poderão tornar o processo mais rápido.

De repente, o fim
Em alguns casos, o bebê perde o interesse. Em outros, a mãe se cansa primeiro. Por isso, ter outra pessoa para dar de mamar para o bebê ajudará a transição do peito para a mamadeira.

Todo mundo é diferente
Não há certo ou errado na amamentação. Faça o seu melhor e siga em frente.

Fonte: Parents

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Estágios dos brinquedos

A cada mês, o seu filho desenvolve novas noções de espaço e de brincadeiras.                                          
Confira como o cérebro dele funciona e o que cada fase significa.

Tradução e adaptação por Marianna Perri, filha de Rita e José

Você já deve ter reparado que seu filho gosta mesmo dos brinquedos mais simples: bolas, tampas de panela, potes de plástico, enfim. Objetos normais que conquistam as crianças e fazem os brinquedos coloridos, cheio de luzes e sons, fiquem em segundo plano.

Brincar, para os bebês, além de ser uma maneira de entretenimento, é também uma forma essencial de desenvolvimento motor e intelectual das crianças. É desta maneira que eles aprendem a engatinhar, andar, falar, construir, cantar, desenhar e fazer amigo.

Além de atrair mais a atenção das crianças, os brinquedos mais “simples” também são mais versáteis, não tendo limite de idade para a brincadeira. Confira como seu filho se desenvolve diante de cada brinquedo e divirta-se com ele!
 


Bola

6 meses: seu bebê irá olhar para o brinquedo intensamente, e também sentirá as diferentes texturas do objeto.

12 meses: ele já consegue sentar no chão e rolar a bola com você. Seu filho deverá ainda conseguir joga-la para longe, sem um alvo específico.

18 meses: o pequeno já é capaz de atirar a bola diretamente para você.

2 anos: seu filho já tem habilidade de chutar e driblar a bola com os pés. O baixo centro de gravidade dos pequenos faz com que eles sejam jogadores de futebol naturais.

3 anos:
ele já é capaz de brincar com bolas maiores e carrega-las pela casa. Algumas crianças já conseguem chutar a bola em alvos específicos.

Dica de segurança: cuidado com o tamanho da bola, principalmente se ela passar pelo tubo de papelão do papel higiênico. Não deixe seu filho brincar com aquelas bolinhas de borracha encontradas em máquinas.

Fonte: revista pais e filhos